DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Internet e movimentos sociais foram decisivos para Dilma


Mídia conservadora aperta o cinto no fim de uma era de dominação


Derrotada nas urnas, a mídia conservadora brasileira prepara-se, a passos largos, para tempos difíceis logo adiante, com a possível edição da Lei da Mídia Democrática, que deverá retirar dos grandes veículos de comunicação a supremacia na captação da publicidade estatal, responsável, em alguns casos, por mais de 70% do faturamento destas empresas.


A última e desesperada tentativa de manter o status quo, no qual asseguram mais de 90% de cada real aplicado em propaganda, nas três esferas do Poder, foi um golpe às vésperas do segundo turno nas eleições presidenciais, frustrado com a vitória da candidata petista, Dilma Rousseff. Na tentativa fracassada de derrubar o prestígio da presidenta Dilma junto aos eleitores, a revista semanal de ultradireita Veja estampou na capa uma chamada na qual sugeria que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua sucessora “sabiam de tudo” acerca da corrupção na estatal Petrobras.

A Editora Abril, dona de Veja, já responde a um processo, na Justiça comum, pela publicação da reportagem sem qualquer prova, mas a matéria foi prontamente reproduzida pelas Organizações Globo, pela Folha de S. Paulo, O Estado de São Paulo e demais satélites destes principais integrantes do cartel midiático que, hoje, domina o setor no país.

Na noite passada [6], em conversa com jornalistas, a presidenta falou sobre temas centrais de sua próxima gestão, entre eles a regulação da mídia. Sobre este assunto, Dilma Rousseff voltou a negar qualquer intenção de interferir na produção do conteúdo, mas defendeu a regulação econômica de um dos segmentos mais concentrados da economia nacional.

"Defendo a liberdade de expressão e ela não é só liberdade de imprensa, mas é o direito de todo mundo que tiver uma opinião, mesmo que você não concorde com ela, ele tem direito de expressar. Tem direito de se expressar até contra a Democracia. Outra coisa diferente é confundir isso aí com regulação econômica, que diz respeito a processo de monopólio ou oligopólios que pode ocorrer em qualquer setor econômico, onde se visa o lucro. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está aí para isso em qualquer setor. Mas qualquer outro setor, como transportes, energia, petróleo… tem regulações e a mídia não pode ter? Estou falando sobre o que ocorre em muitos países do mundo. Centros democráticos. Ou alguém desconhece a regulação que existe nos Estados Unidos? Desconhece a regulação na Inglaterra? Do meu ponto de vista, é uma das mais duras. Estou dando dois exemplos de situações que não temos que ser iguais. Não quero para nós uma regulação tal qual a norte-americana", disse.

Dilma fez questão de frisar que as medidas a serem adotadas não visam atingir as Organizações Globo, embora esteja no centro do cartel formado pelas grandes empresas de comunicação no país.

"Ela está mais diluída. Não acho que a Rede Globo é o problema. Isso é uma visão que eu acho velha sobre o que é a regulação da mídia. Velha. Porque é a gente estar demonizando uma rede de televisão. Quando você tem que ter regras que valham para todo mundo. Não só para eles. Não só não misturo essa discussão com mecanismos de censura, como repudio. Eu não represento uma parte. Eu quero representar o todo. E isso jamais poderá ser feito sem uma ampla discussão da sociedade. É o tipo da coisa que exige uma consulta pública", adiantou.

Tempos bicudos
Ao longo das últimas décadas, em tempos anteriores à instauração da ditadura militar, as principais concessões de TV e os jornais conservadores receberam dos governos federal, estaduais e municipais; do Poder Legislativo e do Judiciário fortunas capazes de transformar, por exemplo, a família do jornalista falecido Roberto Marinho na mais rica do país, com recursos acumulados na faixa de R$ 120 bilhões. Os demais herdeiros dos proprietários de meios de comunicação também figuram entre os mais ricos do Brasil. Ao longo dos últimos 12 anos de governo do PT, pouco ou nada mudou na distribuição dos recursos investidos em publicidade, o que manteve a acumulação de riqueza por parte dos principais adversários dos governos Lula e Dilma. Após a tentativa frustrada do golpe midiático, os partidos de esquerda passaram a exigir da presidenta Dilma a edição da Lei da Mídia Democrática, o que determinou uma nova resposta por parte dos meios conservadores de comunicação.

Um dia depois de demitir a colunista Eliane Cantanhêde, um dos maiores salários do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, a empresa da família Frias pediu as contas do jornalista Fernando Rodrigues, outro importante colunista político da direita. Ele estava há 27 anos naquele jornal e oficializou, nesta manhã, o que já se especulava nas redes sociais desde a noite passada.

Em uma nota, intitulada Aviso aos navegantes, Rodrigues informou que “a partir desta sexta-feira (7), estarei aqui no UOL (onde já estava desde o ano 2000) e nos comentários matinais na (rádio Jovem Pan) JP (no ar desde 2006). Depois de 27 anos, encerrei minha colaboração no jornal Folha de S.Paulo”.

As demissões dos seus colaboradores mais caros apenas encabeçam uma longa lista de nomes do jornalismo que trabalham há décadas na publicação. Em fase de corte de gastos, a Folha de S. Paulo já demitiu cerca de 25 profissionais nos últimos dias. Os cortes na redação, segundo o Portal dos Jornalistas, teriam começado na terça-feira, com a saída de 15 pessoas, e continuado na quarta.

Na véspera, Cantanhêde escreveu no Twitter: “Amigos do Twitter, aviso geral: amanhã eu não escrevo mais a coluna na Folha. Foi bom enquanto durou”.

Movimento semelhante tem sido observado nas redações das revistas, jornais, rádios e TVs ligados à mídia conservadora, ao longo dos últimos meses.

Fonte: Correio do Brasil

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Marcelo Adnet mostra os absurdos que Dilma fez com o Brasil


Para se aproximar da China, Vale inaugura porto de US$ 1,4 bi na Malásia


A Vale (VALE3, VALE5) inaugurou nesta sexta-feira (7) o terminal portuário Teluk Rubiah, na Malásia. Com investimentos de US$ 1,37 bilhão, a intenção da mineradora é reduzir os custos de transporte de mercadorias do Brasil para a Ásia.
O porto tem capacidade de receber e exportar 30 milhões de toneladas de minério por ano, e está adaptado para receber navios Capesize e Valemax, que ainda não têm pleno acesso aos portos chineses.
As concorrentes australianas da Vale (Rio Tinto e BHP Billiton) têm mais facilidade geográfica de acesso à China, que é a maior consumidora mundial de minério de ferro.
"A Vale é significativamente mais distante dos principais centros de demanda do que seus concorrentes. O que a Vale pode fazer para diminuir os custos de logística é fazer a distância não importar tanto", explicou a empresa.
As instalações são compostas por um porto de águas profundas e cinco pátios de estocagem, onde diferentes tipos de minério de ferro podem ser misturados e customizados de acordo com as necessidades das siderúrgicas.
Localizado no Estreito de Malacca, a cerca de 10 dias de outros portos na região, o centro de distribuição permite reduzir o tempo de entrega do minério de ferro para os clientes na Ásia e Sudeste Asiático, segundo o diretor-executivo de ferrosos e estratégia da empresa, José Carlos Martins.

Regulação da Mídia Já...


A timidez cobra seu preço na gasolina


Um reajuste de 3% da gasolina nas refinarias é, em matéria de impacto sobre os preços, igual a nada.
As variações de preço entre os postos por razões comerciais são imensamente superiores a isso.
E muito.
Aqui, no Rio, no levantamento semanal da ANP, por exemplo, dois postos de mesma bandeira (Ipiranga) tinham preços, por litro de R$ 2,85 e R$ 3,50.
Diferença de 22,8%, portanto.
Mesmo repassado integralmente no posto mais barato (supondo que é este o que pratica as menores margens) isso significaria passar para R$ 2,93.
Ainda assim, 17% menor que o maior preço praticado, sem reajuste algum.
Pelo mesmo produto, saído das mesmas refinarias e vendido ao mesmo preço às distribuidoras.
Tudo isso, em tese.
Para a Petrobras, significa muito menos do que representa a queda de preços internacionais do petróleo, que acumula uma baixa de perto de 30% em relação aos mais de 100 dólares que custava há quatro meses,
Mesmo com os 15% de valorização do  dólar desde então.
E por que o governo sofrerá, então, o desgaste político deste reajuste?
Por dois fatores, essencialmente.
O primeiro, a adesão mental às regras do neoliberalismo, onde preços administrados – com definição direta pelo governo – se assemelhariam a contratos, com reajustes anuais, o que é uma tolice quando se trara de preços atrelados a oscilações cambiais ou sazonais.
Três aumentos de 1% ao longo do ano representariam mais que este, agora.
Segundo, uma incapacidade de mostrar , através da comunicação, que o preço do combustível barateou demais e demonstrar que isso cobra um preço, inclusive em consumo de combustível, pela ampliação do uso do transporte particular e a imobilidade do trânsito.
Em dezembro de 2002 , um litro de gasolina custava  R$ 2,25.
Um salário mínimo, portanto, comprava 89 litros de gasolina.
Hoje, um salário mínimo, de R$ 724 reais, levando o preço médio da gasolina a R$ 3,  compra 241 litros de gasolina.
Dá para entender porque o trânsito não anda?
Mas a falta de comunicação faz a gasolina estar “cara” e o trânsito engarrafado por culpa do governo.
Quando um governo explica o que faz, o povo entende.
Quando não explica e deixa que a mídia o faça, que não espere ser entendido.
Pagará, então, o preço.
Bem mais caro que o da gasolina, aliás.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Início da Cura? Cientistas descobrem segredo que pode fazer o HIV ser eliminado espontaneamente pelo corpo

Os cientistas descobriram o mecanismo genético que parece ter levado dois homens infectados pelo HIV a experimentar uma "cura espontânea".

Elba Ramalho faz show em Limoeiro dia 14/11 no 8º Festival Canavial

Nesta terça-feira (04/11) o prefeito de Limoeiro, Thiago Cavalcanti, convocou a imprensa para uma coletiva com os veículos de comunicação de Limoeiro, no momento foi anunciada a inclusão de Limoeiro no Festival Canavial 2014, este é a 8º edição do festival e o tema é “A Consciência Negra”.  O festival como patrocinador máster a Petrobras e Ministério da Cultura, que por sua vez patrocina o projeto que é realizado pela Associação Canavial e Maracatu Estrela de Ouro do município de Aliança, o projeto tem a coordenação do produtor Afonso Oliveira.



Afonso falou para os comunicadores em uma conversa bastante agradável sobre vários assuntos entre eles os assuntos estava à importância do evento para o resgate da cultura rural nordestina. O Festival acontece de varias formas como, oficinas, mostra de cinema, festival de gastronomia e seminários este ano cinco cidades de Pernambuco receberão o projeto a qual Limoeiro passa a fazer parte, e o prefeito Thiago Cavalcanti Aproveitou a oportunidade para introduzir o festival de Bois e Caboclinho no circuito. Entre as cidades estão além de Limoeiro, Olinda, Nazaré da Mata, Buenos Aires e Vicência.

O Festival irá acontecer nos meses de Novembro e dezembro, Limoeiro receberá o Festival nos dias 14,15 e 16 de Novembro. Em Limoeiro as Atrações serão:
Sexta Feira Dia 14/11

 As 21: 00 João Limoeiro e a ciranda brasileira
 As 22: 00 Nadia Maia
As 23: 00 Ivanildo Vila Nova e Raulino Silva
 As 23: 00 Elba Ramalho 

Sábado Dia 15/11

 As 21: 00 Coco de Umbigada
 As 22: 00  Maracatu estrela de ouro de Aliança
 As 22: 30 Quintetos Violados
 As 23: 30 Cabras de Lampião
 As 00: 30 Edy Carlos

Domingo Dia 16/11

Das 16 as 20 horas o 5º encontro de Caboclinhos de Limoeiro


Com as Participações dos Bois, Leão, Boi Teimoso, Boi Pavão, Boi Misterioso, Boi Estrela, Boi Dourado, Boi Caprichoso, Boi Carinhoso, Boi Esperança, Boi Pintado e O famoso Boi Cara Branca. O encontro dos  maracatus também acontecerá no dia 16/11, no Parque dos Lanceiros, em Nazaré da Mata, com a participação dos maracatus, Águia Dourada de Nazaré da Mata, Estrela de Ouro de Vicência, Leão Misterioso de Nazaré da Mata e Maracatu Cambinda Brasileira de Nazaré da Mata

Matéria : Folha de Limoeiro

O desespero da oposição Brasileira tem fundamento

Obras da Vila Olímpica que abrigará os atletas nas Olimpíadas 2016 

O que a oposição percebeu é que os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.

Novo Terminal do Aeroporto Guarulhos com capacidade para receber 34 aeronaves e 12 milhões de pessoas por ano na primeira fase

É preciso olhar o atual ataque que a oposição político-midiática-financeira está fazendo ao Governo Dilma para além da onda de ódio disseminada em setores da classe média para que se compreenda os seus reais motivos.


As razões para um ataque tão virulento, beirando ilações de apoio a um Golpe de Estado, obviamente não estão na indignação do PSDB, da Rede Globo, da Veja, ou do capital financeiro em relação a corrupção, com a qual sempre conviveram tranquilamente, quando lhes convinha.


O que a oposição percebeu é que, após atravessar mais um ou dois semestres com dificuldades econômicas, os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.


A Transposição do Rio São Francisco irá garantir água para 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados do CE, PE, PB e RN


A partir do segundo semestre do ano que vem, o Governo começará a inaugurar as grandes obras dos Governos Lula e Dilma, como a transposição do Rio São Francisco; as Hidrelétricas de Belo Monte (a terceira maior do mundo), de Jirau e de Santo Antônio; a expansão e construção de pelo menos 6 metrôs que estão em obras e dezenas de BRTs; pontes, como a de Laguna (SC) e a segunda Ponte do Guaíba (RS); grandes trechos da Ferrovia Norte Sul; ampliação e modernização dos maiores aeroportos do país; plataforma de petróleo; refinaria Abreu e Lima, que será a mais moderna do país; entre muitas outras.


Refinaria Abreu e Lima construída inteiramente com tecnologia nacional


A Petrobrás que nos últimos anos fez muitos investimentos para se preparar para o pré-sal, volta a se capitalizar a partir de 2016 e as extrações de Petróleo quadruplicam nos próximos três anos.


Além disso, a inflação tende a recuar e a economia voltar a crescer, gerando mais alguns milhões de empregos. E, de quebra, a Presidenta ainda inaugura a Cidade Olímpica e o Parque Olímpica e recepciona as Olimpíadas e as ParaOlimpíadas de 2016, em um megaevento que tende a ser 6 vezes maior que a Copa do Mundo.


Hidrelétrica de Belo Monte entrará em operação em 2015 com carga suficiente para atender a 40% do consumo residencial de todo o País


Neste cenário, dá para entender o desespero da oposição e seu desatino golpista. Eles sabem que tudo o que foi plantado nos últimos 12 anos, será colhido nos próximos quatro.




terça-feira, 4 de novembro de 2014

ABREU E LIMA COMEÇA A OPERAR E JÁ ENTREGA DIESEL EM DEZEMBRO


Com nenhum destaque na mídia, depois de um clima de denúncias que ameaçou jogar fora a criança junto com a água do banho, a Refinaria do Nordeste da Petrobras, conhecida como Abreu e Lima, recebeu hoje a licença ambiental necessária  para operar parcialmente, com 40% de sua capacidade de produção de derivados de petróleo,  70% dos quais serão óleo diesel para a frota de caminhões e ônibus e para instalações industriais do país.


Como toda instalação complexa, o funcionamento será, de início, parcial e interrompido para ajustes, mas ainda logo atingirá a plenitude do primeiro conjunto de refino – “trem”, na linguagem petroleira – dos dois que comporão sua capacidade final. O segundo deve operar em meados de 2015.


O Brasil, hoje, tem de importar anualmente pouco mais  de 10 bilhões de litros de óleo diesel.


Nos próximos meses, esta primeira fase da Abreu e Lima, junto ao porto de Suape, em Pernambuco,  vai suprir cerca de 20% destas necessidades.


O que tiver de ser apurado sobre irregularidades na obra, que seja trazido às claras.


Mas nada pode apagar a importância desta conquista, por há exatos 30 anos o Brasil não constrói uma grande refinaria de petróleo. A última, a Revap, teve suas obras iniciadas num longínquo 1974, tendo sido concluída seis anos depois.


Neste período, apenas uma pequena planta de refino, basicamente local, no Rio Grande do Norte, foi construída e inagurada.


E por Lula, que iniciou a grande refinaria que agora começa a operar.

Governo de Eduardo deixou uma dívida de R$ 8 Bilhões em Pernambuco


Conforme divulgado pelo Bom Dia Brasil da Rede Globo, na última sexta-feira (31/10), o governador eleito por Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), herdará do governo de Eduardo Campos/João Lyra, no qual fez parte e foi secretário da Fazenda, uma dívida bilionária no valor de R$ 8 bilhões.
Preparem os bolsos, pois a previsão é que 2015 será um ano muito difícil para a economia pernambucana, segundo conversas que tenho tido no meio político, a ordem será enxugar o cofre, tanto na esfera estadual como nos municípios.
Em todo o Brasil, Pernambuco é o Estado que contraiu a maior dívida e cuidar dos gastos é uma obrigação prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas parece que isso não foi muito levado em conta nos últimos anos no governo socialista em nosso Estado.
Desde o início de 2014, tenho visto a dificuldade que o governo de Pernambuco tem tido para pagar seus fornecedores. Licitar é direito de toda empresa e pagar é uma obrigação de quem contrata, mas a previsão é que muitos empresários poderão levar calote.
Promessa de dobrar salário dos professores:
Todos lembram muito bem que nesta campanha, uma das maiores promessas de campanha do governador eleito, Paulo Câmara, foi de dobrar o salário dos 16 mil professores da rede pública estadual e pagar o salário de R$ 4 mil para professores das escolas de referência.
A pergunta que não quer calar: Paulo como secretário da Fazenda, sabia muito bem da situação da dívida de Pernambuco, mas como fazer uma promessa dessa em um Estado praticamente fragilizado em suas contas públicas?
A Voz da Vitória

sábado, 1 de novembro de 2014

Prêmio Destaque Empresarial e Profissional 2014 de Feira Nova

Pela primeira vez Feira Nova foi sede de um dos maiores eventos de publicidade da região, que aconteceu no auditório da Câmara Municipal de Feira Nova. A Direcional Pesquisa e Publicidade, uma das maiores empresas de publicidade do estado, após ampla pesquisa de Mercado selecionou os profissionais e comerciantes locais, escolhidos através de pesquisa, e homenageou cada vencedor com o Prêmio Destaque Empresarial e Profissional 2014, uma justa homenagem ao Comércio Local, que nos trouxe grandes surpresa, pela grande quantidades de jovens empresários que a cada dia vem mudando o perfil comercial da cidade. Feira Nova está de parabéns pela qualidade do comércio local.