DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

POR QUE CRESCE A REJEIÇÃO DO ELEITOR A MARINA SILVA?

Colunista Tereza Cruvinel aponta os quatro fatores determinantes para a queda de Marina Silva nas pesquisas eleitorais desta semana; "As questões que mais teriam pesado para o aumento da rejeição e produzido os primeiros sinais de que Marina parou de crescer e começou a desinflar seriam seu recuo na questão da união homoafetiva para atender ao pastor Silas Malafaia, a vinculação a Neca Setubal, do Banco Itaú, a pouca ênfase no pré-sal e a proposta de Banco Central independente", diz ela; segundo Tereza Cruvinel, campanha de Dilma deve "manter o foco nas contradições e nas fragilidades, chamando o eleitorado a decidir entre o prosseguimento do que foi feito nos governos petistas e a mudança para um projeto pouco nítido e permeado por indicações de descontinuidade"


247 - Em sua nova análise sobre o quadro eleitoral, a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, explica por que Marina Silva parou de crescer e iniciou seu processo de queda nas pesquisas eleitorais: o motivo é a rejeição que decorre de suas próprias contradições.
"Na campanha de Dilma, credita-se este provável aumento da rejeição à explicitação das contradições e dos pontos frágeis da candidatura de Marina, levada a cabo por Dilma nos debates e nos programas eleitorais", diz Tereza Cruvinel, no post "Cresce a rejeição a Marina Silva".  
"As questões que mais teriam pesado para o aumento da rejeição e produzido os primeiros sinais de que Marina parou de crescer e começou a desinflar seriam, segundo pesquisa qualitativa realizada para o PT, seu recuo na questão da união homo-afetiva para atender ao pastor Malafaia, a vinculação a Neca Setúbal, do Banco Itaú, a pouca ênfase no pré-sal e a proposta de Banco Central independente.  Todas estas questões foram bem exploradas por Dilma nos últimos dias.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DataFolha: Dilma 36%; Marina, 33%; Aécio, 15%



Em simulação de 2º turno, Dilma e Marina estão empatadas. Instituto ouviu 10.568 eleitores nos dias 8 e 9 de setembro.

Do G1, em São Paulo

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:

- 
Dilma Rousseff (PT): 36%
- 
Marina Silva (PSB): 33%
- 
Aécio Neves (PSDB): 15%
- 
Pastor Everaldo (PSC): 1%
- 
Luciana Genro (PSOL): 1%
- 
Eduardo Jorge (PV): 1%
- 
Zé Maria (PSTU): 0%*
- 
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
- 
Eymael (PSDC): 0%*
- 
Levy Fidelix (PRTB): 0%*
- 
Mauro Iasi (PCB): 0%*
- Branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 7%
* Cada um dos cinco indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto

Segundo turno


O levantamento divulgado nesta quarta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, as candidatas aparecem empatadas tecnicamente. A candidata do PSB tem 47% e a do PT, 43% (na semana passada, Marina vencia por 48% a 41%).

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 49% a 38% (mesmos índices da semana anterior).

Pela segunda vez, o instituto também fez uma simulação entre Marina e Aécio. O resultado foi 54% a 30% para a candidata do PSB (ante os 56% a 28% da semana passada).
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

O Datafolha ouviu 10.568 eleitores em 373 municípios nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00584/2014.


Espontânea


Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff: 28%
- Marina Silva: 24%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 1%
- Em branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 29%

Rejeição

A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

- Dilma Roussef: 33%
- Aécio Neves: 23%
- Pastor Everaldo: 22%
- Marina Silva: 18%
- Zé Maria: 18%
- Levy Fidelix: 17%
- Eymael: 16%
- Rui Costa Pimenta: 15%
- Luciana Genro: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 13%

Avaliação da presidente





Os que julgam o governo "ruim" ou "péssimo" são 24%, segundo o Datafolha. Para 38%, o governo é "regular". Os dois índices são os mesmos do levantamento anterior.


O resultado da avaliação é:

- Ótimo/bom: 36%
- Regular: 38%
- Ruim/péssimo: 24%
- Não sabe: 1%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 5,9.

Expectativa de vitória

O Datafolha também perguntou aos entrevistados quem, na opinião deles, vai ganhar as eleições em outubro. Para 45%, Dilma sairá vitoriosa; 34% acreditam que Marina ganhará; e 6% apostam na vitória de Aécio.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PESQUISAS DOS PARTIDOS INDICAM QUEDA DE MARINA

Após anteciparem estabilização da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, sondagens encomendadas pelo PT, da presidente Dilma Rousseff, e pelo PSDB, de Aécio Neves agora indicam os primeiros sinais de queda da adversária; desde que assumiu o lugar de Eduardo Campos, ex-senadora passou a ocupar lugar no 2° turno contra a presidente Dilma Rousseff, segundo o Ibope e o Datafolha 


247 – A “onda Marina” está prestes a recuar. É o que apontam pesquisas internas do PT, da presidente Dilma Rousseff, e do PSDB, de Aécio Neves.
Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, as sondagens encomendadas pelas siglas, que anteciparam a estabilização de Marina na semana passada, passaram a indicar os primeiros sinais de queda da adversária.
Na semana passada, a ex-senadora parou de crescer nas enquetes do Datafolha e do Ibope, mas ainda ameaça a reeleição da presidente Dilma.

Reforço no palanque Oposicionista em Feira Nova


Quem apareceu esta semana para reforçar a campanha da oposição que apoia Joaquim Lira e Ricardo Teobaldo foi Dr Vadosn Almeida que passou o domingo acompanhando as visitas do deputado Estadual Joaquim Lira, junto  com  o ex prefeito Jairo Gonzaga e o vereador Valter Cruz. 

“Arrastão 14” de Armando e João Paulo leva às ruas mais de 15 mil pessoas em Limoeiro


Caravanas de várias cidades se encontraram em Limoeiro, na noite deste sábado (6), para celebrar um comício regional dos candidatos Armando Monteiro (PTB/governador) e João Paulo (PT/Senado). O petebista levou o seu “arrastão 14” pelas principais ruas do município do Agreste, juntando mais de 15 mil pessoas numa grande festa popular. O evento foi mais uma demonstração da força de Armando e João Paulo nessa reta final de campanha.

O comício regional em Limoeiro atraiu moradores dos municípios de João Alfredo, Vertente do Lério, Surubim, Orobó, Vertentes, Salgadinho, Passira, Cumaru, Lagoa de Itaenga, Paudalho e Bom Jardim. O ato no Agreste fechou o dia de atividades de Armando e João Paulo. Antes, os candidatos promoveram caminhadas nos bairros de Afogados e Macaxeira, no Recife, seguindo a estratégia de intensificar a presença da chapa majoritária na Região Metropolitana.

No discurso, Armando Monteiro relevou que em sua passagem por Limoeiro sentiu que a campanha conta com a plena adesão do povo de Pernambuco e que isto se revela na forma como as pessoas recepcionam a chapa majoritária e os candidatos a deputado estadual e federal.

“Tenho muita vontade de servir ao meu Estado. Acumulei muita experiência ao longo da minha vida. Aprendi com os erros e com os acertos, nos livros e ouvindo as pessoas”, afirmou, acrescentando que construiu a sua trajetória política pelo voto, se submetendo ao julgamento popular. “Não chegamos a essa liderança por indicação ou por favor de ninguém”.

O candidato a governador enfatizou que o seu palanque é o da presidente Dilma Rousseff em Pernambuco e defendeu veementemente a reeleição da líder petista. “Esse palanque tem o compromisso de reeleger a presidente Dilma”, concluiu.
Candidato a senador, João Paulo disse que ao longo da campanha descobriu em Armando um companheiro que se tornou uma liderança em Pernambuco. “Tenho encontrado em Armando um companheiro extremamente talentoso, que tem tido contato com o povo”, destacou.

João Paulo convocou a população a ocupar as ruas nessa reta final de campanha para garantir a sua vitória, a de Armando para o governo e a reeleição da presidente Dilma. “Lula e Dilma querem para governador de Pernambuco o nosso companheiro Armando Monteiro”, disse o candidato a senador, destacando o encontro que teve com Dilma e o ex-presidente na última quinta-feira (4), no “comício da vitória”, no Recife.

Folha de Limoeiro

7 de Setembro em São Severino com Dona Rosa


Dona Rosa realizou mais um passeio de 7 de Setembro para São Severino em Paudalho, como de costume organizou os moto táxis para visitarem a Igreja de São Severino, que mesmo debaixo de muita chuva compareceram em massa. Em mais uma ação da ex vereadora Rosa do Povo.

Governo X Oposição

Aconteceu este fim de semana o primeiro confronto entre governo e oposição em Feira Nova, depois da semana passada que o grupo do prefeito passou a semana anunciando uma caminhada e um grande comício que  não realizou, esta semana eles não correram do embate, bem que poderiam para não passar por isso, mais deixaram a oposição rindo a toa na primeira disputa dos dois grupos, enquanto que o prefeito tentou realizar um comício que mal deu uma palestra, que começou com uma caminhada que estava prevista para 18:40 e saiu quase ás 21:00 horas esperando o povo chegar.

Enquanto que a oposição planejou uma palestra e conseguiu uma grande caminhada, pelas ruas escuras da cidade, e realizou uma grande palestra mesmo sem a presença dos deputados que estavam com compromissos em outras cidades, uma grande legião de fãs foram matar a saudades dos discursos de Danilson Gonzaga, que foi atração do evento.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Lula e Dilma: O maior comício da história em Recife


Ontem aconteceu o maior comício de Lula e Dilma  em Recife que contou com a presença de mais de 200 pessoas de Feira Nova que tiveram a oportunidade de conhecer as propostas de Dilma 13 e Armando 14, e chegaram maravilhados com o evento, inclusive Sr Ino vigilante foi entrevistado pelo guia eleitoral de Dilma.


Enquanto que Danilson Gonzaga teve a oportunidade de fazer parte da comitiva oficial de Dilma e Lula, onde teve a oportunidade de passar algumas informações da realidade de nossa região e chegou de ânimo renovado para garantir Dilma presidenta.

Durante comício em Pernambuco, na noite desta quinta-feira (4), a presidente Dilma Rousseff declarou que nunca desistiu do Brasil, mesmo quando foi presa e torturada, no período da ditadura. “Podem dizer o que quiserem de nós, mas nós não mudamos de lado. Nós mudamos este País!”.
No evento, que aconteceu em Brasília Teimosa, bairro de Recife (PE), e contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma alertou o povo brasileiro sobre as falsas promessas dos ‘caras de pau’. “Não podemos aceitar aqueles que negociam o emprego e o salário numa política sem sustentação, dizerem que é isso que vai recuperar o Brasil”. A presidenta ainda destacou que nesta eleição, novamente, a verdade vai vencer a mentira e a desinformação.
O compromisso do governo Dilma com os que acreditam que é possível fazer mais e melhor também foi reafirmado. “Aqui estão aqueles que não aceitaram a receita antiga que quebrou o nosso País três vezes diante da crise, que era reduzir salários, aumentar tributos e dar tarifaços. Esta é receita do fundo monetário do passado Mas, diante da crise nós não aceitamos esta receita”, disse a primeira mulher presidenta do Brasil.
Segunda a Dilma, o esforço do seu governo cria oportunidades para que o povo seja bem sucedido. “Oportunidade não cai do céu, tem que ter vontade política. A nossa vontade é que esse País de 200 milhões de brasileiros seja cada vez mais próspero”. E conclui: “A prioridade maior do nosso caminho é a educação, que permite que a gente aposte na inovação, ciência e tecnologia”.
Dilma outra vezEm sua fala, o ex-presidente Lula destacou que os governos do PT e aliados incluíram a população mais necessitada dentro do orçamento da União, estados e municípios. “O povo pobre deste País não era levado em conta na hora de fazer o orçamento. Tinha dinheiro para tudo menos para o pobre. Os políticos esqueciam do pobre, mas nós invertemos esta ordem. O quinhãozinho maior tem que ser dado para as pessoas mais necessitadas”.
Lula lembra que nestes 12 anos de governo foram feitos investimentos essenciais para que os mais pobres pudessem prosperar. Dilma e Lula foram presidentes  que mais investiram em educação técnica e superior em toda a história do Brasil. E o atual governo foi o primeiro a levar estudantes das classes mais pobres para estudar no exterior.
“O Brasil foi descoberto em 1500, e a primeira universidade só surgiu 430 anos depois. Isso é a demonstração de que a elite brasileira adorava que o povo fosse ignorante para poder ser explorado”, disse Lula.
Ainda em seu discurso, o ex-presidente Lula avaliou que, nestes 12 anos, durante a crise internacional, enquanto o mundo todo demitia, os governos do PT e seus aliados conseguiram gerar 11 milhões de postos de trabalho com carteira assinada. No Governo Dilma, foram 5 milhões de empregos. Além disso, descobriram o pré-sal e destinaram 75% dos seus royalties obtidos com a extração deste petróleo para a educação e 25% pra saúde.
“Dilma vai continuar com as políticas sociais que fazem o povo brasileiro andar de cabeça erguida”, destacou Lula. Ele ainda completa, parafraseando o cantor Chico Buarque: “‘eu gosto da Dilma porque ela não fala grosso com a Bolívia, mas também não fala fino com os Estados Unidos’. (…) É por esses e outros motivos, que eu quero mais 4 anos de Dilma”.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Onda Vermelha toma conta das ruas de Feira Nova



A campanha da oposição já começou pegando fogo com a primeira palestra ontem na rua Pedro Reinaldo, quem esperava a primeira disputa de governo e oposição, vai ter que esperar mais um pouco, depois de passar a semana anunciando uma caminhada e um comício, de última hora o grupo do prefeito amarelou literalmente e cancelou tudo, deixando a oposição livre para levar sua mensagem, que começou como professor Zé Carlos, funcionário público estadual, que veio trazer seu apoio aos deputados Joaquim Lira e Ricardo Teobaldo, e principalmente para o governo do estado, Armando Monteiro.

Quem a muito não discursava e levantou a militância foi o ex vereador Joel Gonzaga que fez um defesa do legado do ex presidente Lula e da presidenta Dilma, que segundo ele foram quem mais abriu escolas técnicas e universidades federais. Outro que enfático na defesa governo federal foi o vereador e presidente do PT de Feira Nova, Valter Cruz que trouxe uma mensagem de reflexão das conquistas que o PT fez pelo Brasil nestes 12 anos de governo. Como sempre um dos discursos mais esperados foi o do ex prefeito Jairo Gonzaga, que como sempre fala a língua do povo e garantiu soltar uma girandola na votação das contas 2010 do prefeito que foi rejeitada pelo Tribunal de Contas do estado e está na Câmara para votação, precisando de 8 votos de vereador para aprovação, aproveitando ainda cutucou os vereadores que votaram contra suas contas alegando seguir o parecer do TCE-PE.
Para espanto de todos quem chegou com jeito de majoritário, com força e determinação, levando a galera ao delírio foi o deputado Joaquim Lira que fez um discurso impecável em seus quase 10 minutos, onde deixou claro que vai dar uma lapada de votos em Aglaison Júnior em Vitória de Santo Antão e em Feira Nova e ainda garantiu a Danilson Gonzaga apoio e empenho em 2016. Segue abaixo trecho do discurso:

Logo após foi a hora da emoção, a hora que todos estavam esperando, Danilson Gonzaga emocionou a todos com lindo pedido de apoio a militância e garantindo disputar a eleição em 2016 como segue abaixo trecho do discurso.

Por fim, findo de dois comícios e chegando em cima da hora o deputado Ricardo Teobaldo fez uso da palavra pedindo votos para a presidente Dilma e o governador Armando Monteiro, assim como relembrando que todas as vezes que foi deputado, teve uma grande votação em Feira Nova.


domingo, 31 de agosto de 2014

Comitês do governo e oposição inaugurados

Após quase 2 messes sem movimentação política em Feira Nova, muito por conta da tragédia que aconteceu com o ex governador, enfim recomeça as eleições, enquanto o prefeito inaugurou seu comitê mês passado com segue foto abaixo com seus deputados Danilo Cabral e Aglaison Júnior.
A oposição em Feira Nova capitaneada por Danilson Gonzaga realizou a inauguração ontem após uma palestra na rua Pedro Reinaldo, saindo em caminhada para o comitê, onde foi inaugurado com uma grande festa dos deputados Ricardo Teobaldo e Joaquim Lira. 

Dos grupos que pretendem inaugurar com comitês falta apenas o do Deputado Henrique Queiroz representados pelos vereadores Salu, Negão do Lava Jato, Amaro Ramalho e Dona Rosa.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Vídeo de Silas faz sucesso na Campanha


FILHA DE CHICO MENDES: MARINA É PONTO DE INTERROGAÇÃO

Angela Mendes considera uma “infeliz comparação” a declaração de Marina Silva de que Chico Mendes era representante da “elite nacional”; no Facebook, diz ainda que a trajetória de vida da ex-senadora não basta para governador o país: “minhas dúvidas são pra Marina, mas minhas esperanças são pra companheira Dilma, que ela consiga, se eleita, continuar melhorando o Brasil, com uma política que tem problemas mas que não admite dúvidas”



Depois de ser confrontada pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre) por intitular Chico Mendes, uma de suas referências, de representante da “elite nacional”, Marina Silva passa por outra saia-justa.
A filha de Chico Mendes, Ângela Mendes, crava seu apoio a presidente Dilma Rousseff e diz que Marina é “um enorme ponto de interrogação”.
Leia a declaração feita pelo Facebook:
Ok, alguns amigos me pediram uma posição sobre a candidatura da Marina e a menção que ela fez ao meu pai como sendo ele da “elite”.
Vamos lá, eu respeito e admiro muito a Marina pela sua trajetória de vida, pelo esforço pessoal com que venceu todas as dificuldades impostas à ela como o analfabetismo, doenças e toda espécie de discriminação, até pelo modo com que consegue envolver a todos com seu discurso ecologicamente correto e bem acabado, mas pra mim isso não basta pra governar um Brasil como o de hoje, tenho muitas dúvidas, de todos os tipos, Marina pra mim ainda é um enorme ponto de interrogação, pra começar: desistiu do PT (utopia do passado) quando poderia ter resistido como fazem hoje tantos PTistas históricos mesmo não tendo o mesmo espaço que a elite que tenta dominar o partido, não resistiu à pressão enquanto ministra quem me garante que vai resistir à pressões ainda mais forte se eleita presidente? Com tantas concessões feitas pela cúpula do PSB, aliás todas as concessões possíveis, penso eu que será que tramam as cabeças pensantes desse partido caso consigam eleger Marina? Terá ela realmente liberdade pra governar? Não sei, como será esse mandato em rede, apenas com os melhores? Quem são esses melhores e quais critérios serão utilizados pra escolha desses “melhores”? minhas dúvidas são pra Marina, mas minhas esperanças são pra companheira Dilma, que ela consiga, se eleita, continuar melhorando o Brasil, com uma política que tem problemas mas que não admite dúvidas.
Ah, quanto ao fato do Chico ser da elite, considero que foi apenas uma infeliz comparação, nem precisa de todo esse mimimi.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

No primeiro debate entre presidenciáveis, Marina Silva parte para o ataque

Discurso voltado para terceira via dá lugar para confrontação direta com Dilma Rousseff, Aécio Neves e Levy Fidelix

Longe da imagem pacifista e apaziguadora que mantinha na campanha de 2010, a presidenciável Marina Silva (PSB) decidiu confrontar seus adversários diretamente. Tanto ao se dirigir a outros candidatos como ao responder perguntas, Marina não poupou palavras duras para desqualificar o discurso de seus rivais no debate do Grupo Bandeirantes, em São Paulo.
Ao ser questionada pelo candidato Levy Fidelix (PRTB) se governará a favor do agronegócio, por manter relações próximas com o empresário Guilherme Leal, candidato a vice em sua chapa no pleito de 2010, e com Neca Setúbal, Marina criticou a visão de mundo de seu rival. “Não tenho preconceito contra a condição social de nenhuma pessoa. Quero combater essa visão de apartar o Brasil, de que temos que combater as elites. O Guilherme faz parte da elite, mas os ianomâmis também. A Neca é parte da elite, mas o Chico Mendes também é parte da elite”, disse. “Essa visão tacanha de ter combater a elite deve ser combatida. Eu quero governar unindo o Brasil, e não apartando o Brasil. Pessoas honestas e competentes temos em todos os lugares.”
Anteriormente, ao se dirigir à presidenta Dilma Rousseff, Marina observou que a série de pactos para atender às demandas da população que saiu às ruas em junho deu errado e perguntou o porquê. Dilma rebatou, lembrando que apenas o projeto de reforma política não foi aprovado no Congresso. “O primeiro pacto foi pela educação, por esse pacto nos comprometemos a aprovar no Congresso uma lei que destinava 75% dos royalties e do fundo social do pré-sal pra educação, nós aprovamos essa lei, que é a base para um grande programa para o Ensino Básico. Nós também dissemos que íamos fazer o Mais Médicos, que hoje é uma realidade. Fizemos o compromisso com a estabilidade econômica, e cumprimos: a inflação está sistematicamente sendo reduzida”, disse ao ressaltar que o governo está investindo 143 bilhões de reais em transporte público.
Marina criticou o modo como Dilma descrevia a realidade brasileira e disse: “Esse Brasil colorido e cinematográfico de que a presidenta fala não existe. Há descrença na política. Não existe mudança política, que virou troca de ministros e de tempo de televisão. Nós vivemos uma situação de penúria na saúde e na educação."
Marina criticou ainda o estilo de governar de Dilma, dizendo que o Brasil não precisa de um “gerente”. “O presidente Lula não é um gerente, teve uma visão estratégica de que deveria reduzir a pobreza. O presidente Fernando Henrique não é um gerente. Viu que era preciso a estabilidade econômica”, afirmou. “Um dos graves problemas da gerência é ver o Estado refém, um toma-la-dá-cá de favores”.
No centro do debate, que ocorre depois da primeira pesquisa que mostra o crescimento de Marina e a queda de Aécio Neves (PSDB), Marina disse não haver problema de incoerência ao ser questionada pelo candidato Aécio Neves (PSDB) sobre o fato de pedir apoio de quadros do PT ou do PSDB em um possível governo. “Me sinto inteiramente ocorrente. Defender a nova política é combater a verdadeira polarização, que há 20 anos é o verdadeiro atraso para o País. Quando me referi ao senador Serra, eu dizia que tenho certeza que se ganho a Presidência, ele não irá pelo caminho mesquinho, de não reconhecer os feitos, como o Bolsa Família que o PSDB tem muita dificuldade em reconhecer”, disse Marina.
No encontro que reuniu, além de Dilma Rousseff, Aécio Neves, Marina Silva e Levy Fidelix, os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV), Dilma foi pressionada por adversários em relação à política econômica de seu governo. Ao ser acusada por Aécio de ter “surfado" nos frutos do governo Fernando Henrique Cardoso, ela rebateu. "Em três anos e oito meses, nós já criamos 5 milhões e 800 mil empregos, mais do que vocês criaram em oito anos. Os números não podem ser enganosos", retrucou.  Aécio criticou a resposta de Dilma ao dizer que ela “perdeu capacidade de inspirar confiança e credibilidade, com intervencionismo absurdo em setores essenciais”. “A verdade é que o governo do PSDB quebrou o Brasil três vezes”, ao se referir à busca pela ajuda do FMI, a proposta do aumento tarifário e a diminuição salarial. “Os números não podem ser enganosos. O fato é que o governo PSDB cortou salários e deu tarifaços”.

O cerco a Dilma em relação à economia continuou no debate com a pergunta do jornalista do grupo Bandeirantes Boris Casoy, que lembrou o baixo crescimento e a inflação alta. “Não se pode negar que o mundo vive uma das mais crises internacionais. E nós recusamos a velha receita de colocar a conta pro trabalhador pagar, desempregar, arroxar salários, aumentar impostos e tarifas. Ao mesmo tempo que mantivemos o nível de empregos, nós mantivemos a inflação sob controle”, retrucou.
Rival pelo PSDB, Aécio Neves questionou Dilma sobre a crise na Petrobras, ao lembrar que investigações da Polícia Federal levaram à prisão de “um colega” de Dilma. “Em três anos, estamos conseguindo tirar 540 mil barris por dia. A Petrobras é uma empresa que aumentou de valor. Nós iremos produzir em 2018 3,8 milhões de barris/dia”, afirmou. “Quem investiga a Petrobras é o órgão do governo federal. Nós nunca escondemos debaixo do tapete os malfeitos, os crimes de corrupção”.
A presidenta foi acusada pelo Pastor Everaldo de favorecer “a ditadura cubana” e criticou o financiamento brasileiro a obras em um porto da ilha caribenha. “É muito mais positivo financiar atividades de empresas brasileiras abrindo portos em Cuba, que serão geridos por empresas holandesas. Nossa política deu um passo à frente. O Brasil, que antes olhava para países desenvolvidos, hoje olha para toda a América Latina, a África, e os BRICS, que permitiu que nós criássemos o banco de desenvolvimento dos BRICS”.
Antes de fazer a primeira intervenção no debate, a candidata pelo PSOL, Luciana Genro, se disse “chateada” por ninguém ter lhe perguntado nada até então. Mais tarde, afirmou enfaticamente que faria a demarcação de terras indígenas de forma imediata, caso fosse eleita. “É preciso fazer uma reforma agrária, o que é também uma ótima maneira de controlar a inflação. A atual política de juros só favorece as 5 mil famílias mais ricas do País", acrescentou.

MARINA CHAMA MAIS MÉDICOS DE "PALIATIVO". DILMA REBATE

No debate da Band, Marina classificou programa Mais Médicos "como paliativo"; "Cinquenta milhões de brasileiros não poderiam esperar formarmos médicos primeiro para depois chegar até eles", rebateu Dilma; antes, senador Aécio Neves perguntara se presidente pediria desculpas ao povo brasileiro pela "gestão temerária da Petrobras"; candidata citou salto da estatal de US$ 15 bilhões, no governo tucano, para US$ 100 bilhões em valor de mercado agora; no final, Aécio criou fato ao prometer nomear ex-presidente do BC Armínio Fraga para ministro da Fazenda


247 - Em duas horas e meia de debate entre os candidatos a presidente, encerrado à 01h07, o que se viu pela transmissão da Rede Bandeirantes foi uma boa troca de perguntas e respostas entre os próprios candidatos e diante de jornalistas. A presidente Dilma Rousseff foi o alvo preferencial de todos os adversários, mas a partir de um embate inicial con Aécio Neves, do PSDB, passou a rebater as críticas com números e dados objetivos.
A candidata Marina Silva mostrou segurança e lembrou mais de uma vez sua experiência de 16 anos como senadora e ex-ministra do Meio Ambiente.
Com foco sobre Dilma, Aécio Neves bateu e levou, com o traquejo de quem está acostumado a debater na tribuna do Senado.
Os candidatos de partidis menores - Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Levir Fidélix (PRTB) e Eduardo Jorge (PV) - tiveram boas participações. Não houve troca de ofensas pessoais. O debate ocorreu em bom nível, e talvez tenha sido o melhor das últimas eleições.
Considerações finais dos candidatos a presidente no debate organizado pela Rede Bandeirantes começaram às 00h55.
A primeira a falar, por decisão em sorteio prévio, foi a candidata Marina Silva, do PSB. Ela citou a "situação traumática" que viveu, com a morte do presidenciavel Eduardo Campos e pediu "ajuda" para ser eleita.
A presidente Dilma Rousseff ocupou a cena seguinte, despedindo-se com a lembrança de ter o ex-presidente Lula ao seu lado. Acentou realizações do governo no setor de Educação, como o Pronatec. Frisou que ela "e o vice Temer" sempre acreditamos no Brasil.
O senador Aécio Neves fechou a série atacando ambas as adversários. "!Não ficou claro para mim para qual rumo o Brasil será guiado pelas duas candidatas. E anunciou: "Eleito, vou nomear para o Ministériio da Fazenda o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga".

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Joaquim Lira inaugura Comitê Central de Campanha em Vitória


Danilson Gonzaga participou agora pouco da inauguração do Comitê de Campanha de Joaquim Lira em Vitória, que contou a participação de várias lideranças da região. Onde foi pessoalmente convidar Joaquim Lira para a primeira palesta da oposição em Feira Nova, que será neste sábado ás 20:00 horas na rua Pedro Reinaldo.

Ibope Senado: João tem 35% e Fernando 22%


Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 35% das intenções de voto para o Senado, enquanto o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 22%, distante da disputa e quase sem esperança, não aparece nem no retrovisor do Petista. Segue com Simone Fontana (PSTU) tem 2%; Albanise Pires (PSOL) e Oxis (PCB) aparecem com 1% cada.

Os indecisos somam 24% e os que declaram que vão votar branco ou nulo são 15%.
Veja os números do Ibope:


João Paulo (PT) - 35% das intenções de voto
Fernando Bezerra Coelho (PSB) - 22%
Simone Fontana (PSTU) - 2%
Albanise Pires (PSOL) - 1%
Oxis (PCB) - 1%
Brancos e nulos - 15%
Não sabe ou não respondeu - 24%


A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e realizada entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 69 municípios do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.


O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, a  probabilidade do resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00019/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR00424/2014

Começa enfim eleição em Pernambuco, 38 X 29


Saiu agora pouco pesquisa IBOPE em Pernambuco e Armando Monteiro continua na liderança com 38% dos votos, enquanto Paulo Câmara subiu para 29%, finalmente entra na disputa das eleições a governador, o efeito Eduardo Campos que era esperado em vida, veio após a morte e a grande exposição na mídia durante mais de uma semana do velório, que surtiu o efeito desejado pela organização da campanha.

Confira abaixo os números do Ibope para a pesquisa estimulada, em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado:

Armando Monteiro (PTB): 38%

Paulo Câmara (PSB): 29%
Jair Pedro (PSTU): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 1%
Zé Gomes (PSOL): 1%
Brancos e nulos: 13%
Indecisos: 16 %


  • Rejeição

O Ibope também pesquisou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira abaixo:


Zé Gomes (PSOL): 33%

Pantaleão (PCO): 32%
Jair Pedro (PSTU): 24%
Miguel Anacleto (PCB): 23%
Paulo Câmara (PSB): 19%
Armando Monteiro (PTB): 17%
Poderia votar em todos: 12%
Não sabe ou não respondeu: 27%


A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 69 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Ibope: Marina Silva encosta em Dilma e venceria no 2º turno

Em sua primeira pesquisa sem Eduardo Campos, instituto mostra petista com 34%, Marina com 29% e Aécio com 19%


Marina Silva (PSB) encostou na presidenta Dilma Rousseff (PT) na disputa à presidência da República em pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira 26.
Dilma tem 34% das intenções de voto contra 29% de Marina. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, a petista segue à frente. Aécio Neves (PSDB) perde a segunda colocação e aparece em terceiro lugar, com 19%. Luciano Genro (PSOL) e Pastor Everaldo (PSC) tem um por cento cada. Outros sete por cento dizem votar em branco ou nulo e outros nove por cento estão indecisos.
O desempenho de Marina é muito superior ao de Eduardo Campos, que tinha 9% dos votos na última pesquisa realizada pelo instituto e estava na terceira colocação. Marina substitui o ex-governador de Pernambuco, que morreu em um acidente de avião.
Na pesquisa, Marina aparece isolada no primeiro lugar um eventual segundo turno. A candidata do PSB teria 45% contra 36% da atual presidenta. Em um cenário com Dilma e Aécio, a petista teria 41% contra 35% do tucano. O instituto não testou um cenário com Aécio e Marina.
Marina também é a candidata com a menor rejeição entre os três primeiros colocados - 10% dos eleitores não votariam nela de jeito nenhum. A rejeição de Dilma é de 36% e, a de Aécio, de 18%.
A pesquisa foi encomendada pelo jornal Estadão e pela rede Globo. O Ibope fez 2506 entrevistas entre os dias 23 e 25 de agosto. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral com o número BR428/2014.

IBOPE DEVE APONTAR DILMA 32, MARINA 28 E AÉCIO 19

Informação foi confirmada ao 247 por uma das campanhas dos presidenciáveis; presidente Dilma Rousseff (PT) continua na liderança, mas com uma vantagem menor em relação a Marina Silva; senador Aécio Neves (PSDB) caiu quatro pontos e perdeu o segundo lugar para a candidata do PSB; no segundo turno, Marina aparecerá à frente de Dilma fora da margem de erro; ou seja: se as eleições fossem hoje, ela seria eleita presidente


247 – O levantamento Ibope que será divulgado oficialmente às 18h desta terça-feira 26 deve apontar a presidente Dilma Rousseff (PT) na liderança, com 32% das intenções de voto, a candidata do PSB, Marina Silva, com 28%, e o senador Aécio Neves, do PSDB, com 19%. Os números foram adiantados ao 247por uma das campanhas dos presidenciáveis. 
No segundo turno, Marina aparecerá à frente de Dilma fora da margem de erro, segundo a pesquisa. Em comparação com a última pesquisa do instituto, divulgada no dia 7 de agosto, a candidata à reeleição pelo PT caiu seis pontos (38% para 32%), enquanto Aécio caiu quatro (23% para 19%).
Naquele levantamento, Eduardo Campos, então candidato pelo PSB, que morreu seis dias depois, registrava 9% da preferência do eleitorado. A pesquisa de hoje será divulgada primeiramente por meio do jornal O Estado de S. Paulo e depois pelo Jornal Nacional, da TV Globo.