DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Polícia Federal faz operação contra esquema que movimentava mais de R$ 1 bilhão

Pernambuco dá Sorte e A Paraibana estão envolvidos no esquema, afirma PF

A Polícia Federal deflagrou, na madrugada desta quarta-feira (12), a operação Trevo para desbaratar uma quadrilha bastante organizada que agia de forma ilícita na prática de jogo do bicho, exploração de máquinas caça-níqueis e emissão de bilhetes de loterias "disfarçados" de títulos de capitalização, este último na modalidade popular. A operação contou com o apoio da Receita Federal do Brasil e da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS).

O grupo agia em 13 estados brasileiros e, segundo as investigações, a base do esquema fraudulento estava justamente em Pernambuco sob o comando do Grupo da Sorte, dono do Pernambuco dá Sorte. Equipes da Polícia Federal foram à sede da empresa, na Avenida Caxangá, Zona Oeste da Capital, para fiscalizar e analisar documentos. Outros quatro endereços, esses residenciais na Zona Sul, também estão sendo alvo de fiscalização. Os investigados podem responder pela prática do crime de contrabando, crime contra o Sistema Financeiro Nacional, jogo de azar e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas ultrapassam o limite de trinta anos.

De acordo com as apurações da Polícia Federal, que vem ocorrendo deste o início deste ano, três grupos formavam a quadrilha: o Grupo Dá Sorte, responsável pelo título de capitalização popular Pernambuco dá Sorte, com ampla comercialização em Pernambuco, A Paraibana, com sede no estado homônimo e vinculado ao jogo do bicho nos nove estados do Nordeste, e Shock Machine, que supostamente atua com montagem de máquinas caça-níqueis programáveis através de um jogo chamado Showball, com sede em São Paulo.

As investigações da PF tiveram início a partir de informações passadas pela Polícia Federal do Rio Grande do Norte, por meio de uma operação chamada Forró, que investigou a prática ilegal de jogo do bicho e máquinas caça-níquel. Nos últimos quatro anos, explicou a superintendência regional da PF em Pernambuco, o esquema fraudulento movimentou cerca de R$ 1 bilhão. Grande Parte do dinheiro seguia para uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) em Belo Horizonte, chamada Instituto Ativa, que serviria de fachada para que ele retornasse aos suspeitos.

Até o momento, 32 mandados de prisão temporária e preventiva estão sendo executados, sendo 24 de preventiva em Pernambuco, 57 mandados de busca e apreensão, 47 mandados de sequestro de valores, sequestro de bens imóveis e de automóveis de luxo. Todos os mandados estão sendo executadas simultaneamente nos estados de Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande de Sul. As investigações vêm acontecendo há pelo menos um ano com a participação de cerca de 300 agentes policiais. 

No Recife, segundo com a Polícia Federal, já foram apreendidos vários carros de luxo, como BMW, Land Rover, Mustang e Pajero, além de uma grande quantidade de dinheiro em espécie, documentos, computadores e mais de 100 máquinas caça-níqueis em todos os estados através da Receita Federal. Um policial militar, que possui imóveis onde supostamente funcionavam cassinos clandestinos, foi preso pelo envolvimento com máquinas caça-níqueis. 

A PF informou ainda que a comercialização do título de capitalização popular Pernambuco dá Sorte está proibida, assim como todos os títulos vendidos por empresas com ligações com o Grupo da Sorte. Um balanço geral da operação Trevo deve ser divulgado no fim da tarde de hoje, de acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Federal. 

Esquema fradulento


As investigações da Polícia Federal descobriram uma suposta rede criminosa bastante articulada e complexa que se beneficiava da boa fé das pessoas que tentavam mudar de vida através dos prêmios pagos pelas apostas. O esquema, embora as empresas acusadas sejam independentes, atuava de forma harmônica, fraudando contabilidades, o que caracterizou o crime de lavagem de dinheiro. 

Segundo a Polícia Federal, o grupo Shock Machine, com ramificação em Pernambuco, era responsável por montar e distribuir máquinas caça-níveis com placas de memória e softwares de jogos de azar adulterados, além de que todos os compenentes eram provenientes da China, burlando a fiscalização da Receita Federal e configurando o crime de sonegação fiscal. Nas investigações, a PF descobriu casas de jogos de azar da Região Metropolitana do Recife (RMR) conhecidas como Showball. 

A segunda célula do esquema seria a o grupo A Paraibana, com forte atuação no jogo do bicho, que era responsável pelo “descarrego”, prática delituosa que consiste na operação de seguro clandestino, em que o bicheiro adquire apostas altas de outras bancas de jogo do bicho e assume os riscos do pagamento das premiações. O dinheiro movimento por essas bancas era admistrados através de contas bancárias em nomes de laranjas, caracterizando lavagem de dinheiro. 

A terceira organização criminosa, segundo a PF, é a mais complexa e sofisticada e seria comandada pela família Pascoal, resposnável pelas empresas do Grupo da Sorte, que se estende em nove estados brasileiros, como Pernambuco da Sorte (PE), Goiás da Sorte (GO), Carimbó da Sorte (PA), Alagoas da Sorte (AL), Piauí Cap (PI) e Capixaba Cap (ES), entre outros. Pela lei, quem compra esses títulos tem a expectativa de receber um prêmio e o direito de reaver até 50% do dinheiro investido após um determinado período, exceto quando autoriza que o percentual seja revertidos a instituições filantrópicas, como uma Oscip. No entanto, o esquema repassava só 1,67% aos institutos filantrópicos. 

“No caso do Grupo da Sorte, quando o cidadão adquiria o título, já constava de forma expressa na cartela que ele estava doando o valor a que ele tem direito ao Instituto Ativa Brasil. Mas esta instituição é administrada por funcionários do próprio Grupo da Sorte e serve exclusivamente para desviar dinheiro do povo para o patrimônio dos empresários ligadoss ao Gurpo da Sorte”, explicou o Bernardo Torres, delegado federal de combate ao crime organizado. O advogado da empresa, Alexandre Lustosa, informou que está tomando conhecimento dos autos para se procunciar. A reportagem tentou entrar contato com o Instituto Ativa Brasil, mas as ligações para o número que consta no site da empresa não foram atendidas.  

As investigações apuraram a utilização de múltiplas contas bancárias paraa movimentar e dificultar o rastreamento do dinheiro desviado. “Os administradores tinham a preocupação de conferir a legalidade do negócio, contando com sorteio de prêmios veiculados em canais abertos de TV. A atuação era a distribuição de títulos de capitalização pela Sulacap Capitalização, com sede no Rio de Janeiro, e pela Aplub, com sede no Rio Grande do Sul”, destacou Torres. 

Somente para o Instituto Ativa Brasil, com sede em Belo Horizonte, foram desviados mais de R$ 500 milhões nos últimos quatro anos. Além disso, a PF informou que um funcionário da Aplub, com sede em Porto Alegre, estaria tentanto implantar a prática da venda dos títulos de capitalização nos Estados Unidos. “Estamos dando sequência às investigações por que ainda há muito o que ser desvendado. Todos os bens estão bloqueados e a Justiça vai se encarregar de punir os responsáveis por este esquema que enganou milhares de pessoas”, destacou o superitendente da Polícia Federal em Pernambuco, Marcelo Cordeiro.

Fonte : Diário de Pernambuco

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O “odiojornalismo” não pode ser patrocinado pelo dinheiro público


Está confirmado: o governo de Dilma não vai mais anunciar na Veja.
Paulo Henrique Amorim deu primeiro essa informação.
É uma decisão ao mesmo tempo tardia e acertada.
É absurdo você colocar dinheiro público – e quanto, e há quanto tempo – numa publicação nociva à sociedade.
A melhor definição para o que a Veja faz veio de uma acadêmica da UFRJ, Ivana Bentes: “odiojornalismo”.
O ódio que a revista semeia com tanta obsessão se refletiu, recentemente, em coisas como as manifestações criminosas, nas redes sociais, contra os nordestinos.
Diogo Mainardi,o primeiro “odioarticulista” da Veja, há poucos dias  chamou os nordestinos de “bovinos” num programa de televisão que vai se tornando igual à revista, o Manhattan Connection.
O blogueiro da Veja Augusto Nunes, o gênio cosmopolita de Taquaritinga, acha que está sendo engraçado ao tratar Lula como o “presidente retirante” e Evo Morales como “índio de topete”.
Em 2006, ainda militando na mídia impressa, escrevi um texto que dizia que Mainardi “mainardizara” a Veja. Sua má fé, sua falta de princípios jornalísticos – tudo isso saiu de sua coluna e se espalhou pela revista, notei então.
Agora, passados alguns anos, é possível dizer que a Veja “mainardizou” toda a grande mídia. Mainardis e derivados infestam jornais, revistas, rádios, tevê.
O “odiojornalismo” não pode, naturalmente, ser patrocinado pelo dinheiro público.
O anunciante privado que quiser prestigiar este tipo de pseudojornalismo tem inteira liberdade para fazer isso.
Mas o dinheiro público não pode ser torrado numa coisa tão predadora.
É patética a dependência do “odiojornalismo” do Estado. Patética porque essa dependência é a negação do espírito capitalista, tão defendido pelas grandes empresas de jornalismo.
Empresas genuinamente capitalistas não se alimentam do Estado. Isto é um fato.
Se houver mercado para o “odiojornalismo” – mercado, não dinheiro público – que ele financie “jornalistas” como Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Rodrigo Constantino, Pondé, Merval, Noblat etc.
O dinheiro público é sagrado. Deve ser usado para construir escolas, hospitais, portos e todas aquelas coisas que compõem uma sociedade digna.
Anunciantes e investidores privados podem e devem patrocinar o “odiojornalismo”, se entenderem que isso é bom para o país.
É um direito deles. Assim como será um direito dos consumidores eventualmente retaliar, se considerarem que certas marcas estão bancando causas ruins.
Mas esta é outra história.
Parar de queimar dinheiro público na Veja foi um passo importante – ainda que, repito, tardio, dado o comportamento criminoso da revista.
Mas é preciso mais.
O “odiojornalismo” não se limita à Veja. Onde ele estiver, os recursos dos contribuintes não podem estar.
Silvio Santos tratou de manter calada Sheherazade, outra “odiojornalista” bancada por tanto tempo pelo dinheiro público.
Ele sabe que quebra se o governo cortar a verba do SBT – 150 milhões de reais por ano.
Caso decida dar voz novamente a ela, Silvio Santos que vá procurar outros anunciantes que compensem um eventual corte da publicidade do governo.
Seja capitalista, em suma, se puder e se souber.
É disto que o Brasil precisa: um choque de capitalismo na mídia.
É hora de passar a um estágio superior de mídia no capitalismo nacional — sem a “Estadodependência” de empresas tão dedicadas ao “odiojornalismo”.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

GLOBO QUER VER PETROBRAS CONDENADA NOS EUA


Jornal dos irmãos Marinho não esconde o desejo de que a Petrobras, maior empresa brasileira, sofra dura punição pela Securities and Exchange Comission, xerife do mercado financeiro nos Estados Unidos; editorial "Infrutífero", publicado nesta terça, afirma que os esforços do governo e da base aliada para "esconder malfeitos" ficaram inviabilizados, uma vez que, agora, as autoridades americanas poderão recolocar as coisas no lugar; assim como as empresas americanas de petróleo, o Globo também condena o modelo brasileiro de exploração do pré-sal



247 - No que depender do empenho dos irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, a Petrobras será duramente punida. Não no Brasil, mas nos Estados Unidos pela SEC, a Securities and Exchange Comission, xerife do mercado financeiro americano.
Num pequeno editorial publicado nesta terça-feira, o Globo não esconde o desejo de que as sanções ocorram. Eis o texto:
Infrutífero
Os agentes do lulopetismo que aparelharam a Petrobras para usá-la como fonte de financiamento de seu projeto de poder devem estar bastante arrependidos.
Como foi desviado dinheiro de uma empresa com títulos em Wall Street, lesando os acionistas nos EUA (a CVM americana) o próprio Departamento de Justiça passou a investigar se houve algo ilegal em alguma operação da estatal no país.
Ficam, então, inviabilizados os esforços na Petrobras, no governo e no Congresso para esconder malfeitos pelo menos na estranha aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas.
Na largada, o editorial do Globo já considera a Petrobras culpada – a despeito das alegações da empresa, que se diz vítima de um cartel de empreiteiras e afirma estar colaborando com as autoridades.
Além disso, sinaliza uma crença maior dos irmãos Marinho nas instituições dos Estados Unidos do que do Brasil.

Por que a velha mídia, principalmente a Globo, odeia José Dirceu?


Pelos seguintes motivos:

1 – Foi José Dirceu, quando ministro da Casa Civil (chefe do Gushiken), que deu a ideia de se regular as mídias. Criar uma Ley De Medios, e a Globo não perdoa.
2 – Foi José Dirceu que acabou com a farra da Globo. Antes de Lula, toda a verba de publicidade do governo era dividida somente entre 499 veículos.
3 – E para cada R$1,00 de verba publicitária do governo, a Globo ficava com R$0,80 (80%).
4 – José Dirceu redistribuiu a verba publicitária do governo entre cerca de 9 mil veículos. Antes eram só 499. Agora, Globo só recebe 16% do total.
5 – Foi ideia do José Dirceu criar o Ministério das Cidades que acabou com o poder dos coronéis locais. Oposição e velha mídia não perdoam.
6 – Foi José Dirceu quem acabou com a farra dos livros didáticos que eram publicados pela Editora Abril e Fundação Roberto Marinho.
7 – Foi José Dirceu que articulou e viabilizou a governabilidade do governo Lula.
8 – Foi José Dirceu que barrou Demóstenes de ser o secretário Nacional de Justiça. Demóstenes e Cachoeira se juntaram para ferrar José Dirceu.
9 – Por que José Dirceu sofre perseguição do Ministério Público? Em 2004, foi ideia de José Dirceu de se criar um controle externo sobre o MP.
10 – Por que Peluso não gosta de José Dirceu? Márcio Thomaz Bastos indicou a Lula o nome de Peluso para o STF. José Dirceu barrou. Márcio Thomaz Bastos forçou a barra.
11 – José Dirceu, quando ministro chefe da Casa Civil, fechou as portas do BNDES à mídia: “Dinheiro só para fomentar desenvolvimento, jamais pagar dívidas.”
12 – José Dirceu fez o BNDES parar de financiar as privatizações e deixar de ser hospital para empresas privadas falidas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Confira os destaques empresariais e profissionais 2014 da cidade de Lagoa de Itaenga:


1. LUCIA BUFFET
2. NENEM CABELEIREIRA
3. VIDRAÇARIA E SERRALHARIA GEMA
4. FUNERÁRIA E PLANO FAMILIAR DESCANSO ETERNO
5. MARMORARIA STYLO DAS PEDRAS
6. ORLANDO TIBURCIO DE LIMA ( VEREADOR ATUANTE )
7. CFC ZANATTA TRÂNSITO ( AUTO ESCOLA )
8. ZANATTA COSMÉTICOS
9. ÓTICA NOVO OLHAR
10. AUTO LANTERNAGEM E PINTURA MÃE RAINHA
11. RÁDIO ITAENGA FM
12. JC MOTO PEÇAS E SERVIÇOS
13. NILDO CABELEIREIRO
14. ELIZABETE RODRIGUES DE LIMA ( VETERINÁRIA )
15. PANIFICADORA PAN LANCHES
16. LANCHONETE SABOR DAS MASSAS
17. LABORATÓRIO LABOPLAN
18. FARMÁCIA DO TRABALHADOR
19. ESCOLA MIRIAN ARAÚJO
20. JC FERRAGENS
21. GRÁFICA CLIK MÍDIA
22. Dr. FABIO JORGE COELHO DE FARIAS ( ADVOCACIA )
23. BLOG A VOZ DA VITÓRIA
24. MANOEL ANTÔNIO ( LOCUTOR DE RÁDIO ).
Fonte : Blog a Voz da Vitória

Internet e movimentos sociais foram decisivos para Dilma


Mídia conservadora aperta o cinto no fim de uma era de dominação


Derrotada nas urnas, a mídia conservadora brasileira prepara-se, a passos largos, para tempos difíceis logo adiante, com a possível edição da Lei da Mídia Democrática, que deverá retirar dos grandes veículos de comunicação a supremacia na captação da publicidade estatal, responsável, em alguns casos, por mais de 70% do faturamento destas empresas.


A última e desesperada tentativa de manter o status quo, no qual asseguram mais de 90% de cada real aplicado em propaganda, nas três esferas do Poder, foi um golpe às vésperas do segundo turno nas eleições presidenciais, frustrado com a vitória da candidata petista, Dilma Rousseff. Na tentativa fracassada de derrubar o prestígio da presidenta Dilma junto aos eleitores, a revista semanal de ultradireita Veja estampou na capa uma chamada na qual sugeria que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua sucessora “sabiam de tudo” acerca da corrupção na estatal Petrobras.

A Editora Abril, dona de Veja, já responde a um processo, na Justiça comum, pela publicação da reportagem sem qualquer prova, mas a matéria foi prontamente reproduzida pelas Organizações Globo, pela Folha de S. Paulo, O Estado de São Paulo e demais satélites destes principais integrantes do cartel midiático que, hoje, domina o setor no país.

Na noite passada [6], em conversa com jornalistas, a presidenta falou sobre temas centrais de sua próxima gestão, entre eles a regulação da mídia. Sobre este assunto, Dilma Rousseff voltou a negar qualquer intenção de interferir na produção do conteúdo, mas defendeu a regulação econômica de um dos segmentos mais concentrados da economia nacional.

"Defendo a liberdade de expressão e ela não é só liberdade de imprensa, mas é o direito de todo mundo que tiver uma opinião, mesmo que você não concorde com ela, ele tem direito de expressar. Tem direito de se expressar até contra a Democracia. Outra coisa diferente é confundir isso aí com regulação econômica, que diz respeito a processo de monopólio ou oligopólios que pode ocorrer em qualquer setor econômico, onde se visa o lucro. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está aí para isso em qualquer setor. Mas qualquer outro setor, como transportes, energia, petróleo… tem regulações e a mídia não pode ter? Estou falando sobre o que ocorre em muitos países do mundo. Centros democráticos. Ou alguém desconhece a regulação que existe nos Estados Unidos? Desconhece a regulação na Inglaterra? Do meu ponto de vista, é uma das mais duras. Estou dando dois exemplos de situações que não temos que ser iguais. Não quero para nós uma regulação tal qual a norte-americana", disse.

Dilma fez questão de frisar que as medidas a serem adotadas não visam atingir as Organizações Globo, embora esteja no centro do cartel formado pelas grandes empresas de comunicação no país.

"Ela está mais diluída. Não acho que a Rede Globo é o problema. Isso é uma visão que eu acho velha sobre o que é a regulação da mídia. Velha. Porque é a gente estar demonizando uma rede de televisão. Quando você tem que ter regras que valham para todo mundo. Não só para eles. Não só não misturo essa discussão com mecanismos de censura, como repudio. Eu não represento uma parte. Eu quero representar o todo. E isso jamais poderá ser feito sem uma ampla discussão da sociedade. É o tipo da coisa que exige uma consulta pública", adiantou.

Tempos bicudos
Ao longo das últimas décadas, em tempos anteriores à instauração da ditadura militar, as principais concessões de TV e os jornais conservadores receberam dos governos federal, estaduais e municipais; do Poder Legislativo e do Judiciário fortunas capazes de transformar, por exemplo, a família do jornalista falecido Roberto Marinho na mais rica do país, com recursos acumulados na faixa de R$ 120 bilhões. Os demais herdeiros dos proprietários de meios de comunicação também figuram entre os mais ricos do Brasil. Ao longo dos últimos 12 anos de governo do PT, pouco ou nada mudou na distribuição dos recursos investidos em publicidade, o que manteve a acumulação de riqueza por parte dos principais adversários dos governos Lula e Dilma. Após a tentativa frustrada do golpe midiático, os partidos de esquerda passaram a exigir da presidenta Dilma a edição da Lei da Mídia Democrática, o que determinou uma nova resposta por parte dos meios conservadores de comunicação.

Um dia depois de demitir a colunista Eliane Cantanhêde, um dos maiores salários do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, a empresa da família Frias pediu as contas do jornalista Fernando Rodrigues, outro importante colunista político da direita. Ele estava há 27 anos naquele jornal e oficializou, nesta manhã, o que já se especulava nas redes sociais desde a noite passada.

Em uma nota, intitulada Aviso aos navegantes, Rodrigues informou que “a partir desta sexta-feira (7), estarei aqui no UOL (onde já estava desde o ano 2000) e nos comentários matinais na (rádio Jovem Pan) JP (no ar desde 2006). Depois de 27 anos, encerrei minha colaboração no jornal Folha de S.Paulo”.

As demissões dos seus colaboradores mais caros apenas encabeçam uma longa lista de nomes do jornalismo que trabalham há décadas na publicação. Em fase de corte de gastos, a Folha de S. Paulo já demitiu cerca de 25 profissionais nos últimos dias. Os cortes na redação, segundo o Portal dos Jornalistas, teriam começado na terça-feira, com a saída de 15 pessoas, e continuado na quarta.

Na véspera, Cantanhêde escreveu no Twitter: “Amigos do Twitter, aviso geral: amanhã eu não escrevo mais a coluna na Folha. Foi bom enquanto durou”.

Movimento semelhante tem sido observado nas redações das revistas, jornais, rádios e TVs ligados à mídia conservadora, ao longo dos últimos meses.

Fonte: Correio do Brasil

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Marcelo Adnet mostra os absurdos que Dilma fez com o Brasil


Para se aproximar da China, Vale inaugura porto de US$ 1,4 bi na Malásia


A Vale (VALE3, VALE5) inaugurou nesta sexta-feira (7) o terminal portuário Teluk Rubiah, na Malásia. Com investimentos de US$ 1,37 bilhão, a intenção da mineradora é reduzir os custos de transporte de mercadorias do Brasil para a Ásia.
O porto tem capacidade de receber e exportar 30 milhões de toneladas de minério por ano, e está adaptado para receber navios Capesize e Valemax, que ainda não têm pleno acesso aos portos chineses.
As concorrentes australianas da Vale (Rio Tinto e BHP Billiton) têm mais facilidade geográfica de acesso à China, que é a maior consumidora mundial de minério de ferro.
"A Vale é significativamente mais distante dos principais centros de demanda do que seus concorrentes. O que a Vale pode fazer para diminuir os custos de logística é fazer a distância não importar tanto", explicou a empresa.
As instalações são compostas por um porto de águas profundas e cinco pátios de estocagem, onde diferentes tipos de minério de ferro podem ser misturados e customizados de acordo com as necessidades das siderúrgicas.
Localizado no Estreito de Malacca, a cerca de 10 dias de outros portos na região, o centro de distribuição permite reduzir o tempo de entrega do minério de ferro para os clientes na Ásia e Sudeste Asiático, segundo o diretor-executivo de ferrosos e estratégia da empresa, José Carlos Martins.

Regulação da Mídia Já...


A timidez cobra seu preço na gasolina


Um reajuste de 3% da gasolina nas refinarias é, em matéria de impacto sobre os preços, igual a nada.
As variações de preço entre os postos por razões comerciais são imensamente superiores a isso.
E muito.
Aqui, no Rio, no levantamento semanal da ANP, por exemplo, dois postos de mesma bandeira (Ipiranga) tinham preços, por litro de R$ 2,85 e R$ 3,50.
Diferença de 22,8%, portanto.
Mesmo repassado integralmente no posto mais barato (supondo que é este o que pratica as menores margens) isso significaria passar para R$ 2,93.
Ainda assim, 17% menor que o maior preço praticado, sem reajuste algum.
Pelo mesmo produto, saído das mesmas refinarias e vendido ao mesmo preço às distribuidoras.
Tudo isso, em tese.
Para a Petrobras, significa muito menos do que representa a queda de preços internacionais do petróleo, que acumula uma baixa de perto de 30% em relação aos mais de 100 dólares que custava há quatro meses,
Mesmo com os 15% de valorização do  dólar desde então.
E por que o governo sofrerá, então, o desgaste político deste reajuste?
Por dois fatores, essencialmente.
O primeiro, a adesão mental às regras do neoliberalismo, onde preços administrados – com definição direta pelo governo – se assemelhariam a contratos, com reajustes anuais, o que é uma tolice quando se trara de preços atrelados a oscilações cambiais ou sazonais.
Três aumentos de 1% ao longo do ano representariam mais que este, agora.
Segundo, uma incapacidade de mostrar , através da comunicação, que o preço do combustível barateou demais e demonstrar que isso cobra um preço, inclusive em consumo de combustível, pela ampliação do uso do transporte particular e a imobilidade do trânsito.
Em dezembro de 2002 , um litro de gasolina custava  R$ 2,25.
Um salário mínimo, portanto, comprava 89 litros de gasolina.
Hoje, um salário mínimo, de R$ 724 reais, levando o preço médio da gasolina a R$ 3,  compra 241 litros de gasolina.
Dá para entender porque o trânsito não anda?
Mas a falta de comunicação faz a gasolina estar “cara” e o trânsito engarrafado por culpa do governo.
Quando um governo explica o que faz, o povo entende.
Quando não explica e deixa que a mídia o faça, que não espere ser entendido.
Pagará, então, o preço.
Bem mais caro que o da gasolina, aliás.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Início da Cura? Cientistas descobrem segredo que pode fazer o HIV ser eliminado espontaneamente pelo corpo

Os cientistas descobriram o mecanismo genético que parece ter levado dois homens infectados pelo HIV a experimentar uma "cura espontânea".

Elba Ramalho faz show em Limoeiro dia 14/11 no 8º Festival Canavial

Nesta terça-feira (04/11) o prefeito de Limoeiro, Thiago Cavalcanti, convocou a imprensa para uma coletiva com os veículos de comunicação de Limoeiro, no momento foi anunciada a inclusão de Limoeiro no Festival Canavial 2014, este é a 8º edição do festival e o tema é “A Consciência Negra”.  O festival como patrocinador máster a Petrobras e Ministério da Cultura, que por sua vez patrocina o projeto que é realizado pela Associação Canavial e Maracatu Estrela de Ouro do município de Aliança, o projeto tem a coordenação do produtor Afonso Oliveira.



Afonso falou para os comunicadores em uma conversa bastante agradável sobre vários assuntos entre eles os assuntos estava à importância do evento para o resgate da cultura rural nordestina. O Festival acontece de varias formas como, oficinas, mostra de cinema, festival de gastronomia e seminários este ano cinco cidades de Pernambuco receberão o projeto a qual Limoeiro passa a fazer parte, e o prefeito Thiago Cavalcanti Aproveitou a oportunidade para introduzir o festival de Bois e Caboclinho no circuito. Entre as cidades estão além de Limoeiro, Olinda, Nazaré da Mata, Buenos Aires e Vicência.

O Festival irá acontecer nos meses de Novembro e dezembro, Limoeiro receberá o Festival nos dias 14,15 e 16 de Novembro. Em Limoeiro as Atrações serão:
Sexta Feira Dia 14/11

 As 21: 00 João Limoeiro e a ciranda brasileira
 As 22: 00 Nadia Maia
As 23: 00 Ivanildo Vila Nova e Raulino Silva
 As 23: 00 Elba Ramalho 

Sábado Dia 15/11

 As 21: 00 Coco de Umbigada
 As 22: 00  Maracatu estrela de ouro de Aliança
 As 22: 30 Quintetos Violados
 As 23: 30 Cabras de Lampião
 As 00: 30 Edy Carlos

Domingo Dia 16/11

Das 16 as 20 horas o 5º encontro de Caboclinhos de Limoeiro


Com as Participações dos Bois, Leão, Boi Teimoso, Boi Pavão, Boi Misterioso, Boi Estrela, Boi Dourado, Boi Caprichoso, Boi Carinhoso, Boi Esperança, Boi Pintado e O famoso Boi Cara Branca. O encontro dos  maracatus também acontecerá no dia 16/11, no Parque dos Lanceiros, em Nazaré da Mata, com a participação dos maracatus, Águia Dourada de Nazaré da Mata, Estrela de Ouro de Vicência, Leão Misterioso de Nazaré da Mata e Maracatu Cambinda Brasileira de Nazaré da Mata

Matéria : Folha de Limoeiro

O desespero da oposição Brasileira tem fundamento

Obras da Vila Olímpica que abrigará os atletas nas Olimpíadas 2016 

O que a oposição percebeu é que os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.

Novo Terminal do Aeroporto Guarulhos com capacidade para receber 34 aeronaves e 12 milhões de pessoas por ano na primeira fase

É preciso olhar o atual ataque que a oposição político-midiática-financeira está fazendo ao Governo Dilma para além da onda de ódio disseminada em setores da classe média para que se compreenda os seus reais motivos.


As razões para um ataque tão virulento, beirando ilações de apoio a um Golpe de Estado, obviamente não estão na indignação do PSDB, da Rede Globo, da Veja, ou do capital financeiro em relação a corrupção, com a qual sempre conviveram tranquilamente, quando lhes convinha.


O que a oposição percebeu é que, após atravessar mais um ou dois semestres com dificuldades econômicas, os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.


A Transposição do Rio São Francisco irá garantir água para 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados do CE, PE, PB e RN


A partir do segundo semestre do ano que vem, o Governo começará a inaugurar as grandes obras dos Governos Lula e Dilma, como a transposição do Rio São Francisco; as Hidrelétricas de Belo Monte (a terceira maior do mundo), de Jirau e de Santo Antônio; a expansão e construção de pelo menos 6 metrôs que estão em obras e dezenas de BRTs; pontes, como a de Laguna (SC) e a segunda Ponte do Guaíba (RS); grandes trechos da Ferrovia Norte Sul; ampliação e modernização dos maiores aeroportos do país; plataforma de petróleo; refinaria Abreu e Lima, que será a mais moderna do país; entre muitas outras.


Refinaria Abreu e Lima construída inteiramente com tecnologia nacional


A Petrobrás que nos últimos anos fez muitos investimentos para se preparar para o pré-sal, volta a se capitalizar a partir de 2016 e as extrações de Petróleo quadruplicam nos próximos três anos.


Além disso, a inflação tende a recuar e a economia voltar a crescer, gerando mais alguns milhões de empregos. E, de quebra, a Presidenta ainda inaugura a Cidade Olímpica e o Parque Olímpica e recepciona as Olimpíadas e as ParaOlimpíadas de 2016, em um megaevento que tende a ser 6 vezes maior que a Copa do Mundo.


Hidrelétrica de Belo Monte entrará em operação em 2015 com carga suficiente para atender a 40% do consumo residencial de todo o País


Neste cenário, dá para entender o desespero da oposição e seu desatino golpista. Eles sabem que tudo o que foi plantado nos últimos 12 anos, será colhido nos próximos quatro.




terça-feira, 4 de novembro de 2014

ABREU E LIMA COMEÇA A OPERAR E JÁ ENTREGA DIESEL EM DEZEMBRO


Com nenhum destaque na mídia, depois de um clima de denúncias que ameaçou jogar fora a criança junto com a água do banho, a Refinaria do Nordeste da Petrobras, conhecida como Abreu e Lima, recebeu hoje a licença ambiental necessária  para operar parcialmente, com 40% de sua capacidade de produção de derivados de petróleo,  70% dos quais serão óleo diesel para a frota de caminhões e ônibus e para instalações industriais do país.


Como toda instalação complexa, o funcionamento será, de início, parcial e interrompido para ajustes, mas ainda logo atingirá a plenitude do primeiro conjunto de refino – “trem”, na linguagem petroleira – dos dois que comporão sua capacidade final. O segundo deve operar em meados de 2015.


O Brasil, hoje, tem de importar anualmente pouco mais  de 10 bilhões de litros de óleo diesel.


Nos próximos meses, esta primeira fase da Abreu e Lima, junto ao porto de Suape, em Pernambuco,  vai suprir cerca de 20% destas necessidades.


O que tiver de ser apurado sobre irregularidades na obra, que seja trazido às claras.


Mas nada pode apagar a importância desta conquista, por há exatos 30 anos o Brasil não constrói uma grande refinaria de petróleo. A última, a Revap, teve suas obras iniciadas num longínquo 1974, tendo sido concluída seis anos depois.


Neste período, apenas uma pequena planta de refino, basicamente local, no Rio Grande do Norte, foi construída e inagurada.


E por Lula, que iniciou a grande refinaria que agora começa a operar.

Governo de Eduardo deixou uma dívida de R$ 8 Bilhões em Pernambuco


Conforme divulgado pelo Bom Dia Brasil da Rede Globo, na última sexta-feira (31/10), o governador eleito por Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), herdará do governo de Eduardo Campos/João Lyra, no qual fez parte e foi secretário da Fazenda, uma dívida bilionária no valor de R$ 8 bilhões.
Preparem os bolsos, pois a previsão é que 2015 será um ano muito difícil para a economia pernambucana, segundo conversas que tenho tido no meio político, a ordem será enxugar o cofre, tanto na esfera estadual como nos municípios.
Em todo o Brasil, Pernambuco é o Estado que contraiu a maior dívida e cuidar dos gastos é uma obrigação prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas parece que isso não foi muito levado em conta nos últimos anos no governo socialista em nosso Estado.
Desde o início de 2014, tenho visto a dificuldade que o governo de Pernambuco tem tido para pagar seus fornecedores. Licitar é direito de toda empresa e pagar é uma obrigação de quem contrata, mas a previsão é que muitos empresários poderão levar calote.
Promessa de dobrar salário dos professores:
Todos lembram muito bem que nesta campanha, uma das maiores promessas de campanha do governador eleito, Paulo Câmara, foi de dobrar o salário dos 16 mil professores da rede pública estadual e pagar o salário de R$ 4 mil para professores das escolas de referência.
A pergunta que não quer calar: Paulo como secretário da Fazenda, sabia muito bem da situação da dívida de Pernambuco, mas como fazer uma promessa dessa em um Estado praticamente fragilizado em suas contas públicas?
A Voz da Vitória