- Segundo algumas pessoas que estavam presentes, a festa ficou abaixo do que esperavam os organizadores;
- Muitos candidatos de 2008, não apareceram no evento também;
- Quem estava na sua plenitude foram os comissionados e contratados;
- Algumas pessoas mais ligadas ao grupo de Moacir Chaves, já declararam essa manhã, que se já era dificíl com Moacir, agora ficou muito pior;
- Agora só resta dá um cala a boca e a um e outro que fazem questão da candidatura de Moacir e massagear o ego de Moacir e ir para disputa rumo a 2012;
- As cartas estão na mesa Nicodemos X Dr. Danilson;
- É isso aí...
DIÁRIO POLÍTICO DE FEIRA NOVA
segunda-feira, 11 de abril de 2011
PREFEITO REUNI GRUPO POLITICO E SE LANÇA CANDIDATO A REELEIÇÃO...
FRASE DO DIA
Deputado Fernando Francischni (PSDB-PR)
Oposição enxerga acertos em Dilma e se desnorteia
Três meses de Dilma Rousseff foi tempo bastante para que Fernando Henrique Cardoso alterasse o conceito que fazia dela.
Presidente de honra do PSDB e principal ideólogo da oposição, FHC pespegara em Dilma, durante a campanha de 2010, a pecha de “boneca de ventríloquo”.
Insinuara que, eleita, quem daria as cartas seria Lula, não ela. Hoje, em diálogos privados, FHC reconhece que Dilma o “surpreendeu”. Positivamente.
A avaliação de FHC se espraia por toda a oposição. Alastra-se pelo PSDB e também pelo DEM, seu parceiro de oposição.
Tornou-se consensual entre os adversários do governo a percepção de que, a menos que ocorram tropeços, não será fácil se opor a Dilma.
Avalia-se que a presidente revelou-se dona de personalidade própria. Distancia-se de Lula nos pontos que alimentavam as fornalhas da oposição.
Substituiu a histrionia pela parcimônia verbal. Trocou a ideologia pelo pragmatismo. Distanciou-se do Irã. Reachegou-se aos EUA. Anunciou cortes orçamentários.
Como se fosse pouco, revelou-se capaz de gestos como o convite a FHC para o almoço oferecido ao visitante Barack Obama.
Um gesto que, tonificado pela ausência de Lula, forçou FHC a derramar-se elogios sobre os microfones.
Afora a ausência de discurso, a oposição debate-se consigo mesma. PSDB e DEM são, hoje, os principais adversários do PSDB e do DEM.
O tucanato, agremiação de amigos 100% feita de inimigos, revolve suas divisões. Divisões internas e eternas.
No centro de todas as trincas está José Serra, o candidato que a ex-boneca abateu com a ajuda do ex-ventríloquo.
Serra mede forças com Aécio Neves por 2014. Digladia-se com Sérgio Guerra pela presidência do partido. Disputa com Geraldo Alckmin a hegemonia em São Paulo.
O DEM, depois de engolfado pela “onda Lula”, luta para que a lipoaspiração congressual não evolua para um raquitismo patológico.
Os ‘demos’ que não aderiram ao projeto de novo partido do prefeito Gilberto Kassab dividem-se em dois grupos.
Uma ala olha para o futuro com grandes dúvidas. A outra já não tem a menor dúvida: o futuro é uma fusão com o PSDB, uma espécie de inexorável à espera do melhor momento para acontecer.
Assim, dividida, dilacerada e sem norte, a oposição enxerga nos acertos da Dilma um entrave adicional para pôr em pé um discurso alternativo.
Vai-se buscar munição nos detalhes. O DEM faz um inventário das promessas de campanha de Dilma. Acha que não há como cumpri-las. E esboça a cobrança.
O PSDB fará do recrudescimento da inflação o seu principal cavalo de batalha. Enxerga na eletrificação do índice a oportunidade para reacencer a pauta antigastança.
Parte-se do pressuposto de que Dilma não conseguirá entregar o corte orçamentário de mais de R$ 50 bilhões que prometeu.
Vai-se atacar a inificiência do Estado “aparelhado” e realçar a herança tóxica deixada por um Lula que tinha em Dilma sua principal gerente.
À sua maneira, Aécio Neves, o grão-duque do tucanato de Minas, esgrimiu esses tópicos no discurso inaugural que pronunciou no Senado.
"Vemos, infelizmente, renascer, da farra da gastança descontrolada dos últimos anos, em especial do ano eleitoral, a crônica e grave doença da inflação", disse Aécio.
“Era o discurso que faltava”, festejou Sérgio Guerra, o ainda presidente do PSDB.
A despeito dos anseios de Serra, Aécio tornou-se o nome preferencial de tucanos e agregados para o próximo embate sucessório.
Com isso, guinda-se ao posto de principal líder da oposição um personagem que se definiu no celebrado discurso como “um construtor de pontes”.
Para Aécio, o êxito de seu projeto passa por duas variáveis: os eventuais erros de Dilma e a capacidade da oposição de beliscar pedaços do atual condomínio governista.
Assim, além de aprumar um discurso e torcer pelos tropeços da sucessora de Lula, a oposição teria de seduzir legendas como PSB, PDT, PP...
Tudo isso contra um pano de fundo marcado pela crise do “de repente”. Numa Era pós-revolucionária, o brasileiro afeiçoou-se à evolução econômica e sociail lenta.
Ao reconhecer os méritos de Lula, Aécio realçou dois: a manutenção dos pilares econômicos erigidos nas gestões Itamar e FHC e o viés social.
O problema é que o cidadão tende a associar os benefícios resultantes da combinação ao mandatário de plantão, não aos gestores do passado.
Significa dizer que, se conseguir debelar o surto inflacionário e manter a cozinha relativamente em ordem, Dilma vai a ante-sala de 2014 bem posta.
Foi-se o tempo em que o eleitor acreditava em salvadores e em milagres. Já não há o “antes” e o “depois”. Só há o “processo”, vocábulo caro ao PSDB.
Escolado, o dono do voto agarra-se à força das continuidades. Olha para a mudança com ceticismo. De novo: vive-se uma crise do “de repente”.
Sem vocação para fazer uma oposição ao estilo do ex-PT, PSDB e DEM foram como que condenados à tocaia. Rezam baixinho por um tsunami que destrua a perspectiva de poder longevo que Dilma passou a representar.
Até a torcida exige comedimento. Uma arquibancada barulhenta poderia soar impatriótica.
Eleitor faltoso tem até 5ª para regularizar sua situação
Eleitores que não compareceram às urnas nas últimas três eleições têm até esta quinta-feira (14) para regularizar sua situação na Justiça Eleitoral.
Pelas contas do TSE, encontram-se na berlinda mais de um milhão de brasileiros. Se não derem as caras nos cartórios eleitorais, terão os títulos cancelados.
Quem tiver o nome riscado dos cadastros eleitorais ficará impedido de tirar passaporte e carteira de identidade.
Se for funcionário público, o salário deixará de pingar na conta no fim do mês. Candidato a servidor não poderá ser nomeado.
Se for dono de empresa, ficará impedido de participar de concorrências públicas e de obter empréstimos em casas bancárias oficiais.
Se tiver filho matriculado em escolas públicas, não poderá renovar-lhe a matrícula.
Mantega a empresário: ‘Garanto, gasolina não sobe’ Fernando Bizerra/EFE
Um ministro sempre sabe do que está falando. O diabo é que, tirando essa certeza, o ministro não sabe de mais nada.
A coluna de Mônica Bergamo conta, na Folha: um empresário abordou Guido Mantega em seminário ocorrido em São Paulo.
Queria saber: afinal, a gasolina sobe, como cogita o companheiro Sérgio ‘Petrobras’ Gabrielli, ou o ministro fala sério quando diz que não sobe?
E Mantega, categórico: "Eu sou o presidente do conselho de administração da Petrobras. Posso garantir ao senhor que os preços não vão subir".
De duas uma: ou o ministro está mesmo podendo ou carrega rente ao céu da boca uma língua que adora viver perigosamente.
Jungmann, a bola da vez
BALANÇO NEGATIVO
César Maia diz que voto distrital misto foi implantado na Alemanha ''para eliminar os extremos'
Professores pedem aumento e uma série de vantagens ao governo Eduardo
EIXO VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
A. FORMAÇÃO
A.1) Formação continuada para os profissionais da educação nas áreas de atuação de todos os níveis/
modalidades e em Gestão Democrática para os gestores das escolas e demais locais de trabalho com
o objetivo de horizontalizar as relações, na perspectiva de formar cidadãos e cidadãs críticos e criticas
comprometidos com as lutas sociais;
A.2) Ampliar as vagas nos cursos de especialização para os profissionais da educação;
A.3) Realizar convênios com instituições autorizadas pelo MEC para oportunizar cursos de mestrado e
doutorado;
A.4) Intercâmbio para os professores de Línguas;
A.5) Política de formação para qualificar o Projeto Político Pedagógico das escolas;
A.7) Garantir o direito de escolher o suporte didático (Jornal, Revista, etc).
B. SALÁRIO BASE
B.1) Implementação da Lei nº. 11.738/08 do Piso Salarial Nacional defendido pela CNTE;
B.2) Estabelecer que no início da carreira haja uma diferença salarial de 50% entre professores que
possuam o curso normal médio e os que possuem graduação;
B.3) Implementar no PCC o percentual de 30% na especialização, 40% no mestrado e 50% no
doutorado;
B.4) Incorporação da gratificação 207 para os administrativos / transformação do 207 em carga horária
de 40 horas semanais;
B.5) Implantar a política de Progressão por Desempenho estabelecida na Lei Estadual n. 11.559/98;
B.6) Implantar política de incentivo ao desenvolvimento profissional;
B.7) Pagamento do retroativo referente ao aumento salarial dos professores em janeiro de 2009
conforme Lei Federal nº. 11.738/08.
B.8) Conclusão “urgente” da revisão do Plano de Cargos e Carreira;
B.9) Devolução dos dias descontados durante a última greve.
C. BENEFÍCIOS
C.1) Aumento do vale refeição para R$ 240,00 mês, efetuando seu pagamento pela matrícula do
trabalhador em educação;
C.2) Agilização da concessão, liberação e pagamento das licenças prêmio, garantindo a liberação na data
solicitada;
C.3) Estender os benefícios recebidos pelos profissionais lotados nas Escolas de Referência para todas
as escolas da Rede;
C.4) Aumentar o valor do bônus para a Bienal contemplando os trabalhadores em educação por
matrícula;
C.5) Garantir o direito a todos os profissionais da educação ao notbook com internet;
C.6) Diminuição urgente do percentual do FUNAFIN de 13,5% para 11%;
C.7) Pagamento do Abono Educador no valor de um (01) salário mínimo no Dia do Professor aos
profissionais do magistério e no Dia do Servidor Público para os demais profissionais da educação;
C.8) Liberação total para os professores cursarem Especialização, Mestrado e Doutorado;
C.9) Rever política de financiamento da casa própria, visando melhorar o acesso, assim como buscar
formas de financiamento de carro popular com juros abaixo do mercado.
C.10) Criação de uma gratificação permanente para tratar doenças comprovadamente adquiridas no
trabalho (40% do salário base);
C.11) Garantir a opção de receber o vale transporte em pecúnia;
C.12) Garantir ao trabalhador em educação em gozo da Licença Prêmio o recebimento do bônus
educacional;
C.13) Criar a gratificação de incentivo a permanência em sala de aula;
C.14) Agilizar o atendimento das solicitações de caracterização da Escola com Difícil Acesso;
C.15) Restituir notbooks perdidos pelos professores durante as enchentes de 2010.
C. 16) Implementar política preventiva contra doenças fonoaudiológicas;
C.17) Implementação de um programa que cuide da saúde física e mental dos trabalhadores em
educação, através do SASSEPE, que reivindicamos preservar e fortalecer.
C.18) Credenciar diferentes especialidades médicas no interior ( oftalmologista, ortopedia, cardiologia,
pediatria, endocrinologia, dermatologista, etc);
C.19) Pagamento diferenciado por parte do SASSEPE, como política de incentivo, aos especialistas da
área de saúde que atendem nas cidades do interior;
C.20) Melhorar o atendimento do 0800 utilizado na marcação de consultas no SASSEPE.
EIXO CONDIÇÕES ADEQUADAS DE TRABALHO
A. PESSOAL
A.1) Nomear todos os aprovados nos últimos concursos de professor e administrativo para substituir as
contratações temporárias e as terceirizações;
A.2) Realizar concurso para professor de libras, preferencialmente o profissional surdo, intérpretes de
libras, professor brailista, para área de TI e para administrativos (assistentes e auxiliares);
A.3) Seleção de pessoal para Biblioteca, Educador de Apoio e Central de Tecnologia.
B. PEDAGÓGICAS
B.1) Assegurar a Internet Banda Larga à todos/as trabalhadores/as em educação;
B.2) Voltar as aulas de educação física para o contra-turno, respeitando as especificidades regionais;
B.3) Entrega de diários de classe no início do ano letivo;
B.4) Disponibilizar software educacional para fonte de pesquisa do professor;
B.5) Rever o horário do início dos turnos instituído por normativa da Secretaria;
B.6) Discussão com o SINTEPE sobre implementações das políticas públicas educacionais, a exemplo
das mudanças na matriz curricular;
B.7) Respeitar a resolução do Conselho Estadual de Educação sobre a quantidade de estudantes por sala;
B.8) Redução da carga mensal de trabalho na sala de aula de 105 para 80 h/a e de 140 para 120 h/a;
B.9) Material didático específico, formação e acompanhamento para estudantes especiais e professores
que atuam nestas salas;
B.10) Reformulação dos diários de classe na perspectiva de formatar uma estrutura mais objetiva.
B.11) Garantir em todas as escolas da rede, acompanhamento pedagógico dos estudantes com
deficiências.
B.12) Pelo não fechamento de turmas em nenhuma Modalidade de Ensino (EJA, Fundamental I, II e
Ensino Médio).
B.13) Promover ampla discussão na comunidade escolar e sociedade em geral sobre as questões da
indisciplina e violência no ambiente escolar;
B.14) Volta da Função do auxiliar de disciplina.
C. EQUIPAMENTOS E INFRA-ESTRUTURA
C.1) Garantir equipamentos de higiene e segurança aos trabalhadores auxiliares de serviços
administrativos educacionais;
C.2) Instalar em todas as Escolas sala para os profissionais da educação;
C.3) Implantar Laboratório de informática;
C.4) Garantir salas de aula adequadas, amplas e ventiladas/climatizadas, cadeiras confortáveis e em
número suficiente;
C.5) Ampliação e construção de espaços e acervo para as bibliotecas;
C.6) Construção de quadras poliesportivas cobertas nas Escolas;
C.7) Equipar as escolas com Data Show/salas multimídia;
C.8) Instalar Laboratório de ciências exatas e humanas nas escolas;
C.9) Construção de refeitórios para os estudantes merendarem;
C.10) Cumprimento da Lei da Acessibilidade.
C.11) Implementar uma política permanente de segurança nas escolas;
C.12) Construção de escolas na região do Litoral Sul, principalmente em São José da Coroa Grande e
Tamandaré e nos locais onde funcionam escolas em prédios cedidos;
C.13) Garantir abastecimento d’água nas escolas de todas as regiões do estado;
C.14) Informatizar a vida escolar do estudante.
A) Eleição direta para diretor e diretor adjunto, inclusive para as escolas de referência;
B) Fortalecimento dos Conselhos Escolares e Grêmios estudantis;
C) Mandato de 2 anos para diretor de escola com direito a uma reeleição;
D) Seleção para Gestor da GRE’s sem influência política e divulgação dos critérios avaliativos a
toda nossa categoria;
E) Garantir a participação da Comunidade Escolar na construção do Plano Estadual de Educação.
F) Garantir o direito das Entidades Estudantis criarem o Grêmio nas Escolas de referências
Luciano Pedrosa da TV Vitória é morto a tiros em Vitória de Santo Antão

Geração ameaçada

quinta-feira, 7 de abril de 2011
STF decide que piso nacional de professores é ‘legal’
Em sessão realizada nesta quarta (6), o STF decidiu que é constitucional a lei 11.738, que instituiu um piso salarial para os professores da rede pública.
A decisão foi tomada por maioria de votos: 8 a 1. Entre os ministros presentes, apenas Marco Aurélio Mello discrepou.
Para ele, uma lei federal não pode regular matéria que diz respeito à rotina administrativa de Estados e municípios.
Assim que o acórdão do Supremo for publicado, os governadores e prefeitos que ainda não se ajustaram ao piso serão obrigados a fazê-lo.
Quando a lei foi aprovada, em 2008, a menor remuneração dos professores havia sido fixada em R$ 950. Hoje, o piso é de R$ 1.187,97.
A deliberação do STF foi tomada no julgamento de ação movida pelos governos de cinco Estados: MS, PR, SC, RS e CE.
Questiona-se também na peça a constitucionalidade de outro trecho da lei.
Trata-se do artigo que destina 33% da carga horária dos professores a atividades extra-classe: correção de provas e preparação das aulas, por exemplo.
Esse tópico produziu uma divisão dos julgadores. Verificou-se que, levada a voto, a matéria não reuniria os seis votos que compõem a maioria do Supremo.
Há no tribunal 11 ministros. Porém, dois deles –Cezar Peluso e Dias Toffoli— não compareceram ao julgamento.
Optou-se, netão, por adiar a deliberação para a semana que vem, quando o plenário estará completo.
Prepare o bolso: vem aí o reajuste dos combustíveis
O governo diz que, a despeito dos soluços da inflação, o tempo é bom. Portanto, pegue o guarda-chuva. Vem toró por aí.
Nesta quarta (6), o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli admitiu:
"Se os preços se consolidarem no patamar que estão nessa semana [US$ 122 o barril], [...] evidentemente que vamos ter compressão em nossa margem e precisaremos ajustar o preço doméstico".
Num país em que as mercadorias se movem sobre quatro rodas, o reajuste aventado por Gabrielli repercutirá em cascata até trovejar sobre o índice de inflação.
Expressando-se no mesmo idioma de Gabrielli, o ministro Guido Mantega (Fazenda) falou uma língua diferente. Disse que a alta da gasolina "não está prevista". Na dúvida, agarre-se ao guarda-chuva.
terça-feira, 5 de abril de 2011
FRASE DO DIA
Presidente Dilma Rousseff, sobre as novas regras de financiamento do ensino superior
REUNIÃO DA CÂMARA DE VEREADORES PEGOU FOGO ONTEM
- O vereador Cicinho que normalmente entra debate, aproveitou a seção para encaminhar requerimento para instalação de lombadas eletrônicas para a Pe 50 ,na imediações do Bar de Maria do pé de Manga.
- A vereadora Dona Rosa encaminhou requerimento solicitando informações da secretaria de transportes querendo saber o porquê que os ônibus escolar não estão mais indo buscar os alunos do Bairro São José da Cachoeira.
- O vereador João Araújo defendeu a permanência da Secretaria de Saúde no cargo e se diz satisfeito em relação ao atendimento na área de saúde bucal em nossa cidade.
- O Vereador Valter Cruz enviou 03 requerimentos, formam eles:
- Pedindo que se crie na estrutura da Secretaria de Assistência Social a Diretoria da Mulher, com o objetivo de discutir as políticas públicas para o género.
- Pedindo informações e cópias das licitações e contratos das construções dos abrigos construídos.
- Pedido de informações sobre se existe algum programa de combate as Drogas no município, haja vista que segundo o Portal da Transparência da união, Feira Nova recebeu R$ 41.000,00 (quarenta mil reais) para o programa de Combate as Drogas, e até agora não se viu nenhuma ação do município com esta finalidade.
- Aproveitou a oportunidade para pedir que seja exonerada a Secretaria de Saúde do município Karina, por considerar que ela não atende mais as necessidades do cargo.
- Ainda solicitou que a Prefeitura crie um programa para melhoria da saúde bucal das crianças, que consiste em grande deficiência em nosso município.
É HOJE: REUNIÃO DA DIRETORIA DE CULTURA

Jefferson: o novo relatório da PF conduz ao ‘infinito’
O recém-elaborado relatório da PF sobre o mensalão pode virar peça natimorta. Se aproveitado por Joaquim Barbosa, do STF, o texto servirá mais aos réus que à acusação.
Vai abaixo um par de notas veiculadas no Painel, editado pela repórter Renata Lo Prete, na Folha:
- Dilemas do mensalão: Apesar de servir para confirmar o uso de dinheiro público no mensalão, o novo relatório da PF, revelado pela revista ‘Época’, dificilmente terá condições de ser incorporado aos autos da ação penal que corre no STF sob a relatoria do ministro Joaquim Barbosa.
Na hipótese de fatos novos com relação aos atuais réus não descritos na denúncia recebida pelo Supremo, o Ministério Público Federal faz um aditamento na peça de acusação.
Se isso vier a ocorrer, todos os réus estarão, em princípio, aptos a se manifestar sobre as novas investigações. Haveria, portanto, o risco de reiniciar todo o jogo.
- E além! Do presidente do PTB, Roberto Jefferson, denunciante e réu do mensalão: "Se o ministro Joaquim Barbosa juntar esse relatório ao processo, criará uma imensa celeuma. Dará um passo rumo ao infinito".
Relatório da PF não vai compor a ação do mensalão
O novo relatório da Polícia Federal sobre o caso do mensalão não será anexado à ação penal que corre no STF.
O texto vai compor outro processo, que corre em segredo no Supremo desde 2007 e se encontra ainda na fase de inquérito.
Com isso, evita-se que a ação principal, que inclui 38 réus e deve ser julgada em 2012, sofra mais atrasos.
A adição do novo documento devolveria a ação à fase de oitiva de testemunhas, encerrada no ano passado.
Compartilham desse entendimento o procurador-geral da República, Roberto Gurgel; e o relator do mensalão no STF, ministro Joaquim Barbosa.
O escândalo que sacudiu o primeiro reinado de Lula resultou na abertura de dois procedimentos, ambos no Supremo.
Um, mais adiantado, corre sob 470. Escora-se em denúncia formulada pelo ex-procurador-geral Antonio Fernando de Souza.
Levada ao plenário do STF, a denúncia foi acatada. Virou ação penal. E os acusados tornaram-se réus.
Finalizado em fevereiro passado, o relatório final da PF seria útil à ação. Mas, para evitar os atrasos, optou-se por não anexá-lo aos autos.
O segundo procedimento tramita sob o número 2.474. Sustenta-se sobre o relatório da CPI dos Correios. É, por ora, mero inquérito.
Não há denúncia formulada pelo Ministério Público. É nesse processo que será incluído o trabalho da PF.
O procurado-geral Gurgel decidirá se oferece apenas uma denúncia ou se desmembra as acusações.
Além de esmiuçar a origem do dinheiro que financiou o mensalão, majoritariamente público, o material da PF trouxe à luz os nomes de novos beneficiários.
Entre outros, a PF arrastou para dentro do caso o ministro petista Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e o líder do governo no Senado, Romerto Jucá (PMDB-RR).
Incluiu no rol dos beneficiários também o amigo e ex-segurança de Lula, Freud Godoy.
DataSenado: 6 em cada 10 querem o voto facultativo
Pesquisa feita pelo Senado revela: seis em cada dez eleitores desejam que o voto deixe de ser obrigatório no Brasil.
A julgar pelo resultado da pesquisa, o objetivo do eleitor não é o de fugir das urnas. Ao contrário.
O apreço do brasileiro pelo processo eleitoral manifesta-se em dois dados da pesquisa.
Num, 65% dos entrevistados dizem preferir o voto facultativo. Noutro, 85% declaram que iriam às urnas mesmo se o voto não fosse obrigatório.
A sondagem do DataSenado foi feita entre os dias 21 e 29 de março. Ouviram-se 797 eleitores residentes nas 26 capitais e no Distrito Federal.
As entrevistas foram relizadas pelo telefone. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais –para mais ou para menos.
No essencial, o resultado mostra que a comissão de reforma política do Senado navega na contramaré da opinião dos eleitores.
No caso do voto, a comissão já deliberou que incluirá no projeto a manutenção da obrigatoriedade do comparecimento às urnas.
Os membros da comissão também decidiram, por maioria, propor a adoção do sistema eleitoral de voto em lista.
Nesse modelo, o eleitor é privado de escolher os nomes de sua preferência. Vota no partido. Elegem-se os candidatos acomodados em listas pré-definidas pelas legendas.
De acordo com a pesquisa do Senado, a preferência do eleitor aproxima-se do voto distrital clássico, um sistema que a comissão nem chegou a considerar.
A opinião dos pesquisados resulta da combinação das respostas dadas a três perguntas.
1. 83% disseram que querem votar diretamente nos candidatos. Nada de voto em partido ou em lista engessada e pré-definida.
2. 55% desejam que sejam considerados eleitos aqueles que receberem mais votos. Nada de votar em Tiririca e eleger, por tabela, o ‘coligado’ Protógenes Queiroz.
3. 64% defendem que a circunscrição eleitoral seja uma pequena região do Estado ou dos municípios.
Juntando-se os três dados (voto direto, triunfo dos mais votados e circunscrição reduzida a distritos), chega-se ao voto distrital puro.
A comissão de reforma política do Senado contraria o eleitor também quanto à reeleição e à duração dos mandatos de cargos executivos.
Os senadores decidiram injetar na proposta o fim da reeleição e a ampliação dos mandatos (prefeitos, governadores e presidentes) de quatro para cinco anos.
A maioria dos entrevistados pelo DataSenado (58%) prefere a manutenção do modelo atual: mandatos de quatro anos, com direito a uma reeleição.
Em relação aos suplentes de senadores, a opinião dos eleitores aproxima-se do que foi aprovado na comissão.
Sete em cada dez entrevistados acham que os senadores devem ter um único suplente, não dois como ocorre hoje. Só assumiriam em caráter provisório.
A comissão aprovou proposta que prevê um suplente. Em caso de morte, renúncia ou cassação, o suplente ocuparia a cadeira apenas até nova eleição.
A maioria dos entrevistados (53%) defendeu o fim das coligações partidárias. Algo que a comissão também já aprovou.
Quanto à fidelidade partidária, 56% dos pesquisados posicionaram-se a favor da tese de que o eleito deve ser obrigado a permanecer no partido por determinado prazo.
Sobre isso, a comissão ainda não deliberou. Parte dos senadores rende homenagens à fidelidade. Outra parte quer flexibilizar as regras a partir de 2014.
Sobre a partilha do dinheiro público do fundo partidário e a divisão do tempo da propaganda de TV, os eleitores revelaram-se novidadeiros.
A grossa maioria (67%) acha que as verbas deveriam ser rateadas de forma igualitária. Hoje, recebe mais quem tem mais cadeiras na Câmara.
Maioria ainda mais expressiva (85%) acha que todas as legendas deveriam dispor do mesmo tempo de TV nas campanhas eleitorais.
Hoje, o espaço televisivo é dividido conforme o tamanho das bancadas de deputados das legendas que integram as coligações. Coligações que o eleitor (53%) quer extirpar.
Tudo considerado, fica evidente que, nos tópicos essenciais, a reforma empinada pelos senadores contraria a posição dos eleitores ouvidos pelo Senado.
STF: Temer é invesigado por suspeita de ‘corrupção’
Aportou no STF, em 28 de fevereiro, um inquérito no qual o vice-presidente Michel Temer é investigado por suspeita de recebimento de propina. Ele nega.
Na semana passada, os autos foram remetidos ao procurador-geral da República Roberto Gurgel, que pode determinar a realização de novas diligências.
Deve-se a revelação aos repórteres Breno Costa, Fernando Rodrigues e Márcio Falcão. Em notícia pendurada na manchete da Folha, eles informam:
1. Apura-se no inquérito a prática de dois crimes: corrupção ativa e corrupção passiva.
2. A Procuradoria da República em Santos (SP) solicitou a remessa do processo ao Supremo em 15 de setembro de 2010, em plena campanha eleitoral.
3. A essa altura, Temer, hoje presidente licenciado do PMDB federal, já ostentava a condição de candidato a vice na vitoriosa chapa de Dilma Rousseff.
4. Assina o ofício de setembro a procuradora Juliana Mendes Daun. Ela anota: "Temer figura efetivamente como investigado neste apuratório".
5. O caso subiu ao STF porque Temer, então deputado federal, dispunha do privilégio de foro. Como vice-presidente, conservou a prerrogativa.
6. A Polícia Federal colecionou indícios de que um esquema de corrupção agia no porto de Santos, gerido pela Codesp (Cia de Docas do Estado de SP).
7. Segundo a PF, empresas privadas distribuíam propinas para vencer concorrências que davam o direito de operar no porto.
8. Na época dos malfeitos, a Codesp estava submetida à influência política do PMDB, que indicou para o comando da companhia Marcelo de Azeredo (1995-1998).
9. Gestor da empresa entre 1995 a 1998, Azeredo é o alvo primário da investigação.
10. A encrenca nasceu de uma disputa de alcova. Em 2000, a ex-mulher de Azeredo, Érika Santos, entrou com processo de dissolução de união estável.
11. A ação foi protocolada na Vara da Família, em Santos. Os advogados de Érika levaram ao processo um lote de planilhas e documentos.
12. O papelório indicava, segundo o inquérito submetido ao STF, o pagamento de propinas por duas empresas: Libra Terminais e Rodrimar.
13. Pelas planilhas, o dinheiro foi repassado a três personagens: Azeredo, uma pessoa tratada por “Lima e alguém identificado apenas pelas iniciais: “MT”.
14. Ao cabo das investigações, a PF e a Procuradoria concluíram que o “MT” das planilhas é Michel Temer.
15. Noutro documento, reproduzido nas folhas que subiram ao STF, informa-se que os valores pagos por baixo da mesa somam R$ 1,28 milhão.
16. Metade dessa cifra, sustentam a PF e o Ministério Público, teria sido repassada a Temer.
17. O vice-presidente nega o recebimento de suborno. Diz que jamais teve relação próxima com Azeredo, o ex-gestor da Codesp.
18. Para Temer, não há nos autos provas que autorizem a conclusão de que as consoantes “MT” sejam uma referência ao nome dele.
19. Em sua defesa, Temer esgrime parecer do então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, mandachuva do Ministério Público na Era FHC.
20. No texto, datado de novembro de 2002, Brindeiro ordena o arquivamento de um processo administrativo sobre as suspeitas de irregularidades no porto de Santos.
21. A apuração administrativa começara no ano anterior, 2001. Servia-se dos mesmos papéis anexados ao processo de separação do casal Érika-Azeredo.
22. No seu despacho, Brindeiro anotou: "Em processos de família e união estável os ânimos exaltados das partes muitas vezes geram afirmações inverídicas e conclusões precipitadas".
23. Brindeiro acrescentou que o nome de Temer fora envolvido "sem prova alguma". Escreveu: "Indicações de letras iniciais em documentos desprovidos de qualquer autenticidade não são suficientes para delinear investigação criminal".
24. A despeito do parecer de Brindeiro, instaurou-se em 2006, já na Era Lula, o inquérito policial que agora foi remetido ao STF.
25. Temer também invoca em seu favor o fato de Érika ter desistido da ação que movia contra o ex-companheiro Azeredo. Reivindicava pensão mensal de R$ 10 mil.
26. O processo foi ao arquivo, a pedido de Érika, um mês antes de a revista ‘Veja’ publicar, em março de 2001, notícia sobre irregularidades no porto de Santos.
27. A reportagem fazia menção a Temer e à ação movida por Érika. Reproduzia trecho de documento extraído do processo da Vara de Família (confira abaixo).
28. Temer ameaçou processar Érika. Ela, então, disse que recebera o papelório de fonte anônima. Repassara-o aos advogados “para simples análise”, não para utilização no processo.
A cada um dia e meio, 1 homossexual é morto, mostra relatório
Assassinatos assustam pela violência; vítimas são de todas as classes sociais, e a maior parte tem entre 20 e 29 anos
Do Portal Terra
A cada um dia e meio, um homossexual brasileiro é assassinado, vítima da homofobia. A conclusão é do relatório anual elaborado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). Segundo o levantamento, 260 gays, travestis e lésbicas foram mortos em 2010, 62 casos a mais do que em 2009. O número representa um recorde histórico. A tendência é que o índice continue alto em 2011, que registrou, nos três primeiros meses, 65 homicídios motivados por homofobia, mantendo a média mensal de 21,6 casos.
O crescimento no volume de ocorrências fica mais acentuado na análise dos últimos cinco anos. Foram 113% a mais, destaca o relatório (em 2007, a quantidade de homicídios ficou em 122). O Brasil é campeão mundial neste tipo de violência, superando países como os Estados Unidos, cuja população é maior em mais de 100 milhões de habitantes. Na comparação com os norte-americanos, o Brasil apresenta risco 785% maior de um homossexual ser assassinado.
Os gays são o grupo mais vitimado, correspondendo a mais da metade do total. Em seguida, estão os travestis e as lésbicas. Pelo segundo ano consecutivo, a Bahia figura no topo da lista: foram 29 ocorrências. Logo atrás, vêm Alagoas, com 24 mortes, Rio de Janeiro e São Paulo, empatados com 23, cada. Rio Grande do Norte e Roraima registraram um assassinato.
O relatório aponta o Nordeste como a região mais homofóbica: "Abriga 30% da população brasileira e registrou 39% dos LGBT assassinados". De acordo com o levantamento, a chance de um homossexual ser morto nesta região é aproximadamente 80% maior do que no Sul e no Sudeste.
Faixa de risco
Segundo o levantamento, 28% dos assassinatos são cometidos contra homossexuais com idades entre 20 e 29 anos. Esta faixa etária é a que apresenta maior risco de morte. O estudo mostrou também que as vítimas pertenciam a diferentes classes sociais.
“As vítimas pertenciam a mais de 60 profissões, demonstrando a crueldade da homofobia em todos os segmentos sociais, predominando profissionais do sexo, cabeleireiros, estudantes, profissionais liberais, incluindo diversos pais de santo e padres” diz o estudo.
Outro dado apresentado foi a forma como os crimes são praticados. Arma de fogo lidera, com 43%. Já o uso de facas foi empregado em 27% das ocorrências. As demais formas são espancamento, pedrada, enforcamento e sufocamento. Um detalhe que chamou a atenção foi a crueldade nos assassinatos, alguns deles antecedidos de tortura e, até mesmo, de castração.
LIMOEIRO 118 ANOS
Dia 05 de Abril (Terça-Feira)
09h – Inauguração da Escola Tancredo Neves (Coqueiros)
15h – Inauguração da Escola Maria Quitéria de Freitas (Lagoa Comprida)
21h – Shows Musicais – Pátio de Eventos Toinho de Limoeiro
· 21h – Gravação do DVD de Rodrigo Reis com participação de André Viana e Allejandro Pisada Sertaneja
· 23h – Banda Garota Safada
· 01h – Banda Marreta é MassaTotal de gays assassinados sobe 31% em 2010 no País

SEMANA SANTA

FIM DOS TEMPOS...

O operador de máquinas Pedro André da Silva que mora ao lado da casa onde estavam os amigos, foi o primeiro a chegar ao local, logo após o início do incêndio. “Quando eu vi, a gente bateu na porta, já estava aberta, mas não deu pra entrar porque o fogo estava demais mesmo”, conta.RIR PARA NÃO CHORAR...

PSB defende mandato de cinco anos, o fim da reeleição e a coincidência das eleições (no mesmo ano)

1- Ao receber, no Palácio do Campo das Princesas, os deputados federais pernambucanos que compõem a Comissão Especial da Reforma Política, o governador Eduardo Campos disse ser favorável a um mandato de cinco anos para o presidente da República, os governadores e os prefeitos, sem direito à reeleição.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Arraes era contrário ao voto em lista, lembra Elio Gaspari em sua coluna deste domingo
Em sua coluna deste domingo, que é publicada em vários jornais, entre eles o JC, o jornalista Elio Gaspari diz que o ex-governador Miguel Arraes (PE) era radicalmente contrário ao ''voto em lista'' que tem o apoio do PT e de outros partidos da base governista.
Textual: ''Em 2003, durante uma das tentativas fracassadas para se instituir o voto em lista, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB) foi encarregado de tentar convencer Miguel Arraes que mudança moralizaria as disputas eleitorais. Deu-se o seguinte na narrativa de Rebelo:
- Eu falei quase uma hora e Arraes, que era de poucas palavras, ficou cachimbando. Quando terminei, ele perguntou:
sexta-feira, 1 de abril de 2011
FRASE DO DIA
Lula, ao combinar, ontem, uma conversa com o senador Aécio Neves (PSDB-MG)


